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NOVIDADE – Psicologia ao Domicílio

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Abordar os problemas emocionais e comportamentais em casa tem inúmeras vantagens. A consulta realiza-se com o máximo conforto e discrição num ambiente seguro, para que se sinta mais relaxado(a) e menos inibido(a). Outra vantagem prende-se com a poupança de tempo em deslocações.

As Consultas de Psicologia ao Domicílio têm como objectivo promover o bem-estar psíquico e relacional, melhorar a autonomia e a qualidade de vida, assim como promover e desenvolver aptidões e competências. Realizamos intervenções terapêuticas e prestamos aconselhamento, de modo a potenciar os seus recursos para ultrapassar as dificuldades que esteja a vivenciar.

Saiba mais sobre este serviço aqui.


Neurofitness: Estarei mentalmente fora de forma?

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Quando não exercitamos o nosso corpo ficamos fora de forma, o mesmo acontece com a nossa mente quando a deixamos de desafiar. Isto acontece quando se se torna mentalmente complacente e se opta por soluções rápidas e habituais em vez de raciocínios mais profundos. Também acontece quando se restringe o pensamento a uma pequena variedade de ideias. Por exemplo, algumas pessoas são fortes quando projectam pontes e toma grandes decisões de negócios, mas são fracas quando procuram ideias criativas, organizam o seu tempo, mantêm uma conversa interessante, contam uma anedota ou descansam a mente. Utilizam bem o cérebro em certos aspectos, mas não noutros.

cansado 1Quando deixamos de nos divertir a utilizar a mente para procurar ideias novas, experimentando ou brincando com novas possibilidades, tornamo-nos mentalmente rígidos. Esquecemo-nos constantemente que o mundo percepcionado por cada um de nós é criado pela mente. Preocupamo-nos tantas vezes em focar tudo o que está fora de nós que acabamos por sofrer interiormente. Problemas, preocupações e responsabilidades enchem-nos a mente e esquecemo-nos de fazer uma pausa de vez em quando para pensar na forma como pensamos. Uma mente saudável é capaz de se mover de maneiras diferentes. Para se estar na melhor forma, é preciso exercitar todos os músculos cerebrais, e somente um bom exercício proporcionará isso.
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Nunca é tarde para exercitar o seu cérebro. Normalmente, as circunstâncias diárias deverão dar-nos desafios para esticar e flectir todos os nossos músculos cerebrais. Mas se formos apanhados numa rotina, nos tornamos preguiçosos ou não possuirmos um bom conjunto de técnicas para atingirmos o nosso potencial, devemos fazer uma visita ao ginásio mental e praticar Neurofitness.

É preciso tempo, paciência e determinação, para eliminar hábitos antigos e substituí-los por novos. Mas a energia que coloca no melhoramento da forma de pensar recebe sempre em troca criatividade e produtividade melhoradas. Além disso, à medida que aprende como funciona a sua mente (e como não), irá divertir-se bastante.

mapa cortexMelhorar as aptidões mentais – a capacidade de concentração, raciocinar, visualizar, imaginar, tomar decisões, resolver problemas e pensar clara e criativamente – depende bastante do modo e frequência com que exercita a sua mente. Se achar que está mentalmente fora de forma, então anime-se; pode melhorar arranjando simplesmente tempo para exercitar os músculos mentais. Se se sente apto, então reconheça que ainda assim precisa de exercício para manter a mente na melhor forma. Até mesmo os atletas olímpicos precisam de treino.

Existem músculos cerebrais para cada tipo de pensamento que nos ocorre. Pensamento lógico, pensamento metafórico, pensamento analítico, pensamento crítico, pensamento verbal e pensamento visual – cada um deles representa apenas um dos músculos cerebrais que nos permitem mover através do nosso mundo interior.

Melhores pensamentos e pensar melhor

cansado 2No ginásio da vida, precisa de flectir de modo diferente os seus músculos cerebrais, dependendo da necessidade do momento. Por vezes, flecte muito ao pensar criticamente e ao lidar com lógica fria e inútil; noutras, descontrai-se, liberta-se e diverte-se a esticar em novas direcções. Pode trabalhar cuidadosamente, a um passo firme, e obter óptimos resultados, ou pode equilibrar vários factores e chegar a soluções adequadas para os problemas. Da mesma maneira que vários músculos do corpo trabalham em conjunto para criar o movimento físico, vários músculos cerebrais trabalham em conjunto para criar raciocínios claros com uma finalidade. Em resumo, podemos dizer que existem quatro qualidades básicas que caracterizam uma mente apta. Estas qualidades são:

Força mental

Flexibilidade mental

Resistência mental

Coordenação mental

De cada vez que aplica a mente numa tarefa que exige concentração, aplica a força mental. Utiliza-a quando tem de escolher uma entre várias opções de uma decisão difícil, executa um complexo problema de matemática, equilibra as suas finanças ou limita a sua atenção e foca-a numa coisa ou ideia, mantendo-a aí. A força mental é a capacidade de poder concentrar-se quando entender, quando entender, pelo tempo que entender.

Quando necessita de ser inovador e criativo, os músculos do pensamento precisam de estar flexíveis e ágeis. A flexibilidade mental é a sua capacidade de poder alternar de um modo de pensar para outro. É uma boa forma de se divertir, de descobrir novas combinações e de olhar em novas direcções. Você dobra conceitos, torce ideias e coloca a mente em posturas invulgares para explorar novas possibilidades. A flexibilidade mental é pensamento artístico, é criatividade, dá ideias e sugestões e é um tanto zen, tudo misturado numa coisa só.

Quando quer pôr em prática as suas ideias, precisa de resistência mental. Manter o poder mental é a capacidade de conservar um elevado nível de actividade sem se distrair ou perder a coragem. É a capacidade de persistir, de percorrer todo o caminho.

Se pretende juntar precisão e talento, precisa de coordenação mental. Esta é ritmo, equilíbrio e agilidade. A habilidade de orquestrar os seus pensamentos, de forma a permitir-lhe tratar de vários assuntos ao mesmo tempo, mantém o equilíbrio dentro dos limites da incerteza. Aprende por amor à sabedoria e anseia ideais mais elevados.

São as quatro qualidades básicas – força, flexibilidade, resistência e coordenação – que tornam a mente apta. Só esticando, flectindo, exercitando, descontraindo, movendo a mente de maneiras diferentes e desempenhando diferentes movimentos mentais é que a sua mente fica em forma.

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Conte connosco para ajudá-lo a voltar a pôr a sua mente em forma.

Como cada pessoa tem necessidades diferentes, os nossos programas de exercícios são ajustados de modo a responder com eficiência às necessidades detectadas. Qualquer pessoa é capaz de praticar Neurofitness e optimizar o seu potencial cerebral. Não há idade para começar. Os exercícios mentais são óptimos para as crianças, para os adultos e para os idosos.

Se os atletas de alta competição necessitam de treinar, também o nosso cérebro pode exercitar-se mesmo que não sintamos dificuldades. Exercitar o cérebro é a melhor maneira de continuar a mantê-lo em forma, jovem e saudável.

Marque connosco a sua avaliação inicial para começar a exercitar a sua mente.

Peça mais informações por telefone (245 331 037) ou e-mail (psicoalentejo@gmail.com)


Dormir pouco afecta a atenção e a memória dos jovens

sono atencao memoriaO uso excessivo de telemóveis está a alterar os padrões de sono dos jovens, que dormem cada vez menos. Para os especialistas, dormir sete a nove horas por noite é fundamental para a saúde. Quem faz mais de 15 chamadas e/ou envia 15 SMS por dia tem mais dificuldades para dormir em comparação às pessoas que usam moderadamente os telemóveis. Além disso, apresentam mais susceptibilidade ao stress e à fadiga.

De acordo com uma investigação da Academia Americana da Medicina do Sono de Westchester, EUA, ter que estar sempre acessível através das novas tecnologias  – hábito cada vez mais frequente em todo o mundo – é muito pouco saudável. “É necessário consciencializar os jovens sobre os malefícios do uso abusivo dos telemóveis”, afirma Gaby Brade, autor do estudo.

Segundo este médico da Academia de Sahlgren, em Gothenburg, Suécia, “parece existir uma relação entre o uso intenso dos telemóveis e uma conduta que compromete a saúde”. Foram observados 21 jovens com idades compreendidas entre os 14 e 20 anos. O grupo experimental, três homens e oito mulheres que usavam o telemóvel de forma excessiva, revelou um estilo de vida mais descuidado, maior consumo de tabaco, álcool e outras bebidas estimulantes, assim como dificuldades para dormir, além de sofrer de stress e fadiga.

Dormir é preciso

A vida moderna nos grandes centros urbanos é uma correria, e as pessoas tentam aproveitar cada minuto. Muitas vezes, a primeira coisa que sacrificam é o sono. “Entre pessoas saudáveis, há uma tentação de restringir, voluntariamente, o sono, para ficarem acordadas mais uma hora ou duas, ou para levantarem uma hora ou duas mais cedo. O problema é que, sem darem por isso, estão a reduzir a produtividade e a expor a saúde”, adverte o médico Greg Belenky, director do Centro de Investigação do Sono e Performance, da Universidade Spokane de Washington.

Este investigador tenta alertar os americanos, incluindo os cerca de 40 milhões de pessoas que a cada ano se deparam com algum tipo de distúrbios do sono, para os riscos a que se expõem.

Cada vez mais cientistas investigam os distúrbios do sono, tais como a insónia, a apneia, a narcolepsia, o bruxismo ou o sonambulismo. Um dos mais graves é a apneia, caracterizada pela interrupção/diminuição do fluxo do ar que provoca a queda do oxigénio no sangue e a despertar com frequência, podendo levar à morte.

De acordo com a Fundação Nacional do Sono, antes de Thomas Edison inventar a lâmpada em 1880, as pessoas dormiam pelo menos dez horas por noite. Actualmente, os americanos têm menos de 7 horas de sono durante a semana, e cerca de 7,5 horas aos fins-de-semana.

Os especialistas recomendam sete a oito horas de sono por noite, dependendo das necessidades de cada pessoa. “O número de pessoas que dormem as horas necessárias ideais é cada vez mais reduzido. E quando uma pessoa dorme seis horas ou menos, as coisas tornam-se muito complicadas “, afirma o médico Chris Drake, investigador senior do Henry Ford Hospital Sleep Disorders and Research Center, em Detroit.

Poucas horas de sono ou noites mal dormidas afectam, em especial, a performance no dia-a-dia. “Os efeitos são visíveis imediatamente. Dormir pouco pode levar as pessoas a tomar más decisões; deixa-as mais susceptíveis a perder as coisas; torna-as mais desatentas e desligadas da realidade”, disse Chris Drake.

Doenças e obesidade

Os resultados são ainda mais graves a longo prazo. A carência de sono pode levar à obesidade, diabetes, pressão alta, problemas cardíacos, depressão e abuso de medicamentos para dormir (uma solução para noites mal dormidas, mas prejudicial a longo prazo).

Segundo Chris Drake, que trabalha também com professor assistente de psiquiatria e neurociência comportamental na Wayne State University School of Medicine, com poucas horas de sono, as hormonas que controlam o apetite tornam-se “desorganizadas”.

Ao mesmo tempo, as hormonas que estimulam o apetite, por sua vez, aumentam de actividade. Experiências em ratos de laboratórios levadas a cabo pela Universidade de Princeton, nos EUA, indicam que a falta de sono afecta a região do cérebro envolvida na formação de memórias. Dormir pouco pode levar o cérebro a parar de produzir novas células.

A inibição da produção de neurónios associada à privação prolongada de sono, por sua vez, pode explicar algumas deficiências de aprendizado. Pessoas com falta de sono têm dificuldades de concentração. Outro estudo, conduzido por pesquisadores americanos e singapurenses, revela que o cérebro, mesmo privado de sono, pode operar normalmente durante certo tempo. Mas, em seguida, responde lentamente aos estímulos que requerem atenção e interpretações visuais. Assim sendo, “os períodos de funcionamento aparentemente normal podem, por exemplo, dar falsa ideia de segurança”.

Mas, como em tudo na vida, o excesso de horas de sono pode ser igualmente prejudicial. Pelo menos a julgar pelos resultados de um estudo realizado pelas University of Warwick e University College London, que analisou o padrão de sono e as taxas de mortalidade de 10.308 funcionários públicos britânicos. O risco de problema cardiovascular fatal duplicou tanto para aqueles que reduziram as horas de sono de sete para cinco horas, como para os passaram a dormir no mínimo menos oito horas diárias.

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Problemas em dormir podem afetar memória a longo prazo

A fraca qualidade do sono durante a noite pode afetar a memória mais tarde na vida, de acordo com uma pesquisa lançada recentemente.

O sono interrompido parece estar associado a uma acumulação de placas amilóides, “um marcador característico da doença de Alzheimer, nos cérebros de pessoas sem problemas de memória”, disse o autor do estudo da Escola de Medicina da Universidade de Washington.

Os investigadores testaram os padrões de sono de 100 pessoas com idades que variavam entre os 45 e os 80 anos que não sofriam de demência. Metade do grupo tinha histórico familiar de doença de Alzheimer.

Após o estudo, os resultados mostraram que 25 por cento dos participantes tinham evidência de placas amilóides, o que pode surgir anos antes dos primeiros sintomas da doença de Alzheimer.

O estudo descobriu que as pessoas que acordavam mais de cinco vezes por hora eram mais propensas a ter uma acumulação da placa da proteína amilóide e que as pessoas cujo sono era “menos eficiente” eram mais propensas a ter os marcadores de doença numa fase inicial da doença de Alzheimer.

“A associação entre o sono interrompido e placas amilóides é intrigante, mas as informações deste estudo não podem determinar uma relação causa-efeito ou a direcção dessa relação”, sublinham os autores do trabalho, que defendem estudos a longo prazo para determinar se o sono interrompido leva a placas amilóides, ou se as alterações cerebrais precoces na doença de Alzheimer levam a alterações do sono.

A PsicoAlentejo pode ajudar

A PsicoAlentejo disponibiliza vários programas de intervenção psicológica, que após análise detalhada de cada caso, permitem definir a melhor estratégia que permitirá ajudar o seu filho estimular inúmeras  capacidades cognitivas, entre as quais a memória e a atenção, de modo a enfrentar com maior grau de sucesso os desafios escolares e futuros.

Programas de intervenção psicopedagógica para crianças e adolescentes:

Programa de Desenvolvimento de Aptidões para a Aprendizagem Escolar
Programa de Gestão da Ansiedade
Programa de Desenvolvimento das Capacidades Cognitivas
Programa de Promoção Cognitiva
Programa para Aumentar a Atenção e Reflexividade
Programa de Reeducação na Dislexia e Disortografia
Programa de Desenvolvimento de Competências Linguísticas
Programa de Estimulação Fonológica
Programa Instrutivo para a Educação e Libertação Emocional

Adultos e idosos também podem beneficiar dos nossos serviços.  Oferecemos rastreios cognitivos a partir dos 55 anos de modo a despistar sintomas de demências e défices cognitivos ligeiros, aconselhando-o das melhores estratégias para enfrentar limitações e dificuldades futuras. Os programas de estimulação cognitiva permitem  manter e exercitar funções cerebrais essências para uma boa qualidade de vida. Deixamos-lhe aqui alguns links para obter mais informações relativamente aos nossos serviços para adultos e idosos.

Rastreio Cognitivo, Consulta Psicológica Sénior e Programas de Intervenção:

Rastreio Cognitivo
Avaliação Psicológica e Reabilitação Cognitiva
Programa de Estimulação da Memória
Programa PositivIDADE
Programa de Educação Emocional