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Ginásio do Cérebro em Portalegre

Ginásio do Cérebro logo branco

Ginásio do Cérebro tem ao seu dispor programas Treino Cognitivo para a activação dasfunções cognitivas, assim como um acompanhamento personalizado por um psicólogo certificado em Neurofitness.

Mas o que são funções cognitivas e o que é o Neurofitness?

  

Funções Cognitivas

Funções Cerebrais Neurofitness

Todas as tarefas que realizamos diariamente necessitam da actividade cerebral. Ler e compreender este texto, anotar um recado, reconhecer alguém e lembrar do seu nome, calcular o orçamento doméstico, conversar com uma pessoa, saber que amarelo é uma cor e que um automóvel é um meio de transporte ou lembrar-se do caminho de casa constituem apenas alguns exemplos de uma infinidade de funções que o nosso cérebro utiliza no dia-a-dia.

As principais funções cognitivas são: percepção, atenção, memória, linguagem e funções executivas. É a partir da relação entre todas estas funções que entendemos a grande maioria dos comportamentos, desde o mais simples até as situações de maior complexidade e que exigem actividades cerebrais mais elaboradas.

Neurofitness e Neuróbica

use-o ou perca-oNeurofitness e a Neuróbica definem-se pela prática de exercícios mentais que permitem quebrar rotinas e activar funções do cérebro de modo a regenerar células neuronais e criar novas ligações entre os neurónios. As recentes descobertas em neurociências sobre aneurogénese e a plasticidade cerebral constatam a capacidade que o cérebro tem de se regenerar e adaptar ao longo da vida mesmo na idade adulta. Assumindo o lema “use-o ou perca-o”, nesta actividade procura-se proporcionar um espaço para o exercício da mente, tal como se fosse a prática de uma actividade física regular ou uma ida ao ginásio. Fundamenta-se em evidências científicas de que, tal como o corpo, para se desenvolver de forma equilibrada e plena, a mente terá que ser treinada, estimulada e desenvolvida em qualquer idade, senão corremos o risco de perder rapidamente a agilidade mental e outras capacidades fundamentais para uma qualidade de vida e autonomia mais prolongadas e satisfatórias.

Programas de Treino Cognitivo do Ginásio do Cérebro

Treino Cognitivo é um processo terapêutico que permite a estimulação e/ou recuperação das funções cognitivas como a Atenção, a Concentração, a Memória e Aprendizagem, o Raciocínio Lógico, a Percepção, a Linguagem, etc., respeitando as características de cada indivíduo.

Os programas de Treino Cognitivo do Ginásio do Cérebro recorrem aos princípios doNeurofitness e da Neuróbica e estão idealizados de forma a agilizar a resposta mental e aumentar a eficácia das funções cerebrais que permitem recordar nomes, solucionar problemas, organizar ideias, fazer compras, orientar-se mais facilmente, melhorar a fluência e a compreensão verbal, desenvolver a atenção e o espírito de observação, a memória dos rostos, das formas, das cores, dos detalhes, etc.

Os programas de Treino Cognitivo do Ginásio do Cérebro estimulam a criação de reservas cognitivas altamente relacionadas com a prevenção e o abrandamento dos efeitos negativos do declínio das funções cognitivas. Com o passar da idade ficamos cada vez mais susceptíveis à perda da saúde do cérebro e ao declínio das suas funções. Porém, não é por isso que nos devemos acomodar e esperar que as doenças apareçam ou que as nossas capacidades melhorem por si só. Podemos agir e tomar decisões que nos permitam viver com saúde por mais anos e exercitar a mente para atingir melhores resultados e responder adequadamente às exigências do dia-a-dia.

O Treino Cognitivo permite também atingir uma maior autonomia e qualidade de vida ao reabilitar as funções cerebrais cujo declínio se acentuou devido a alguma complicação de saúde, como por exemplo: AVCs, demências, Doença de Alzheimer, Parkinson, lesões cerebrais, défice cognitivo ligeiro, entre outras.

O que fazemos no Ginásio do Cérebro?

Mediante acompanhamento do instrutor na clínica e com exercícios personalizados em casa, a pessoa treina a sua mente para fortalecer a sua actividade mental, previne o declínio das funções cognitivas e reabilita défices já instalados.

Não sendo invasivo, é completamente isento de efeitos colaterais e tem provado conduzir a resultados rápidos e permanentes, tanto em crianças como em adultos, independentemente da terapêutica medicamentosa.

No Ginásio do Cérebro utilizamos um treino específico adequado a cada situação a tratar, que permite a melhoria de diferentes domínios cognitivos. O treino começa com procedimentos básicos simples que se tornam, gradualmente, mais complexos.

O que acontece no seu cérebro após o Treino Cognitivo?Neurons

O cérebro é o órgão mais complexo do corpo humano, contendo 100 mil milhões de neurónios (100 000 000 000 000) ligados entre si por axónios e dentrites e controlados por impulsos eléctricos. O cérebro perde todos os dias neurónios de forma natural e as ligações entre estes modificam-se constantemente, é este mecanismo que nos permite aprender ao longo de toda a vida.

O treino contínuo da mente favorece o aumento do fluxo sanguíneo no cérebro que transporta os nutrientes e o oxigénio necessário para o seu funcionamento. Por incrível que pareça o nosso cérebro equivale em peso apenas 2% do nosso peso médio, e no entanto consome 20% das nossas reservas de açúcar e oxigénio. Sendo assim, o treino cognitivo permite  intensificar a actividade cerebral em áreas responsáveis por determinadas funções cognitivas. Esta actividade contínua estimula a produção de neurotransmissores e a circulação destes pelas restantes áreas cerebrais, originando a estimulação difusa que permite a melhoria da actividade cerebral global, melhor performance e mais vitalidade.

No Ginásio do Cérebro poderá aumentar a velocidade no processamento da informação recebida no seu cérebro, assim como a flexibilidade das funções cognitivas e eficácia da atenção, da concentração, da memória e de todas as outras funções de que precisa para viver no seu dia-a-dia.

Quando consolidada a aprendizagem com o treino, o cérebro já é capaz de, automaticamente, actuar com a eficácia desejada, sendo os resultados alcançados, mantidos e conservados ao longo do tempo.

Após um período adequado de treino e com os resultados alcançados, um adulto, por exemplo, com queixas de memória, poderá voltar a lidar com a vida do dia-a-dia de forma normal, enquanto que um estudante que fez estimulação da sua capacidade de atenção e concentração obterá uma melhor performance intelectual.

Benefícios do Treino no Ginásio do Cérebro

Os programas de Treino Cognitivo do Ginásio do Cérebro permitem-lhe obter diferentes e variados benefícios, nomeadamente:

• Aumento das suas reservas cognitivas (Atenção, Concentração, Percepção, Memória, Linguagem, Cálculo, etc);

• Favorece a plasticidade cerebral, pelo aumento de sinapses entre as células do cérebro, os neurónios;

• Retarda o aparecimento de quadros demenciais e, após estabelecidos, retarda o seu desenvolvimento;

• Promove a região hipotalâmica, responsável pelos mecanismos automáticos de sobrevivência do corpo, regulação do sono, comportamento sexual e emoções relacionadas com raiva e prazer;

• Promove a auto estima e atenua/resolve receios de doenças degenerativas, melhorando a qualidade de vida e a autonomia;

• Reabilita competências cognitivas, comprometidas por depressões, perturbações do sono, distúrbios da atenção e da memória, quadros demenciais, alterações neuropsicológicas, etc.

A quem se destina o Ginásio do Cérebro?familia feliz

Ginásio do Cérebro pode ser frequentado por todas as faixas etárias, desde Crianças e Adolescentes que queiram obter melhoria no rendimento escolar, a Adultos e Seniores que pretendam exercitar e melhorar o desempenho das suas capacidades cognitivas.

✓ Crianças
✓ Adolescentes
✓ Adultos
✓ Seniores

Método de Treino

Uma a duas sessões por semana, em ritmo e horários personalizados.

Cada sessão pode ter entre trinta a sessenta minutos, dependendo do diagnóstico, e apresenta um conjunto de exercícios sobre cada função cognitiva específica (Atenção, Concentração, Memória, Percepção, Cálculo, Linguagem, entre outros) num programa de dificuldade progressiva.

Um quadro de pontuações, elaborado especificamente para o programa, permite que vá conhecendo o seu desempenho a cada momento, seguindo a sua evolução ao longo das sessões.

As sessões de treino são individuais, acompanhadas por um Psicólogo certificado em Neurofitness, que lhe prestará todo o apoio necessário para uma boa execução dos exercícios de treino cognitivo.

Serviços disponíveis na Clínica Algoprova, em Portalegre (Zona Industrial).

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Dez mitos sobre a Doença de Alzheimer

Mito 1. O primeiro sintoma do Alzheimer é a perda da memória

Não é apenas a perda da memória que alerta para a Doença de Alzheimer. A doença atinge inicialmente a parte do cérebro que controla a linguagem, a memória e o raciocínio, pelo que um conjunto de outros sintomas pode levantar a suspeita de presença desta demência. Deve estar alerta para esquecimentos frequentes de acontecimentos recentes, dificuldades em planear actividades, desorientação no tempo e no espaço, dificuldade de executar tarefas do dia-a-dia e alterações de comportamento (através da ocorrência de comportamentos inesperados, inadequados e incomuns para aquela pessoa), pois estes são os primeiros sinais da Doença de Alzheimer.

Mito 2. A Doença de Alzheimer atinge apenas idosos

Embora a maioria das Demências afecte as pessoas idosas, ocasionalmente, pessoas mais jovens são diagnosticadas com Demência. A Demência tem sido diagnosticada em pessoas na faixa dos 50, 40 e até mesmo dos 30 anos. A Demência em pessoas mais jovens é muito menos comum do que a Demência que ocorre após os 65 anos. Por este motivo, pode ser difícil fazer o seu diagnóstico e a sua incidência na população ainda não é clara.

Mito 3. É hereditário

Não há evidências científicas que comprovem com segurança a hereditariedade da doença, pois ainda não se conhecem todos os mecanismos genéticos envolvidos na Doença de Alzheimer. Para além disso, esta é uma doença multifactorial, ou seja, resulta da interacção de múltiplos factores ambientais e genéticos.

Mito 4. Não se pode prevenir

É possível prevenir, no sentido de diminuir o risco de apresentar a doença. Actividades cognitivas (como por exemplo, o sudoku), boa alimentação e exercício físico regular podem contribuir para retardar o início da Doença de Alzheimer, porque aumentam a reserva cognitiva e ajudam a pessoa a desenvolver estratégias para lidar com os seus défices, embora não impeçam o desenvolvimento da doença.

Mito 5. Afecta igualmente homens e mulheres

A Doença de Alzheimer afecta duas vezes mais as mulheres do que os homens, segundo dados de 2012 da Organização Mundial da Saúde. Para quem atinge os 65 anos, o risco futuro de desenvolver Alzheimer é de 12% a 19% no sexo feminino e de 6% a 10% no sexo masculino. Como a doença está fortemente relacionada com a idade, parte da explicação está no facto de as mulheres terem uma maior esperança média de vida.

Mito 6. Ter esquecimentos significa que se tem Alzheimer

A nossa memória é frágil. Mesmo na ausência de doença, as nossas recordações são fugazes e sujeitas a distorções. Para além disso, os problemas de memória podem estar associados a diversos factores, nomeadamente ao stresse e à depressão. Para além disso, a Doença de Alzheimer atinge as memórias recentes, enquanto que a memória de acontecimentos distantes (como por exemplo na infância) é preservada. Isto acontece porque a pessoa com Alzheimer tem a sua memória de curto prazo comprometida, evidenciando cada vez mais dificuldade na memorização, no registo de novas informações e na aprendizagem de coisas novas. No entanto, a sua memória a longo prazo está preservada.

Mito 7. Não há nada a fazer

De facto, ainda não existe nenhum tratamento que consiga parar ou reverter a doença de Alzheimer. Receber um diagnóstico de Doença de Alzheimer é chocante e assustador, tanto para o próprio como para a sua família, no entanto, a ausência de cura não significa que não estejam disponíveis terapias farmacológicas e não farmacológicas que permitam retardar a progressão da doença e que minimizem os distúrbios do humor e do comportamento, permitindo ao doente e aos seus cuidadores viver com maior qualidade de vida.

Mito 8. Posso cuidar sozinho do meu familiar com Alzheimer

Há uma tendência para que os cuidadores queiram fazer tudo sozinhos, por uma série de motivos, quer seja por orgulho, sentido de dever ou por amor ao seu ente querido. Independentemente do motivo, eles levam a que muitos cuidadores não peçam ajuda. Porém, os estudos sugerem que os cuidadores que fazem uma pausa de algumas horas semanais conseguem prestar melhores cuidados do que aqueles que não o fazem.

Mito 9. O diagnóstico é 100% certo

A única forma de comprovação da Doença de Alzheimer é um exame do tecido cerebral após a morte do doente. Em vida, o diagnóstico é feito por exclusão de outros tipos de demências. 

Mito 10. Todos os doentes com Alzheimer se tornam agressivos

Os efeitos da doença são diferentes de pessoa para pessoa e a agressividade não está sempre presente. Os distúrbios comportamentais dos doentes de Alzheimer podem ocorrer em diferentes momentos do decurso da doença. A agressividade e os comportamentos violentos podem estar relacionadas com a presença da psicose (por exemplo, alucinações), com estímulos físicos (por exemplo, dor) ou ser resposta a uma determinada situação (o doente sentir que não consegue fazer algo que o seu cuidador quer que ele faça). Deste modo, compreender a causa do comportamento pode levar a uma abordagem que reduza a agitação e, por conseguinte, comportamentos agressivos.

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Avaliação Psicológica e Reabilitação Cognitiva

Programa de Estimulação da Memória

Neurofitness

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10 Estratégias para os Cuidadores de Familiares com Demência

1. Devo cuidar de mim

O primeiro passo para cuidar melhor do seu familiar é tomar consciência de que necessita de cuidar de si. Se assegurar a sua saúde física e psicológica, estará a garantir uma melhor assistência ao seu familiar dependente.

Neste âmbito, os profissionais de saúde desempenham um papel fundamental, quando ajudam aos cuidadores a respeitarem-se a si mesmos e a encararem a sua vida como tão digna quanto a da pessoa de quem cuidam.

2. Devo estruturar o meu dia

A perda de memória e consequente desorientação espacial e temporal causadas pela Doença de Alzheimer requerem a existência de uma rotina. Ao fazê-lo, o cuidador dá ao seu familiar uma sensação de protecção e de segurança, ao manter horários fixos para a realização das actividades de vida diária. Para além disso, permite também ao cuidador gerir de forma mais eficiente o seu tempo e energia.

 3. Devo viver um dia de cada vez

Este passo reforça a importância de pensar apenas no dia presente e nos desafios que enfrenta hoje, ajudando os cuidadores a concentrar as suas energias no que é prioritário a curto prazo. Esta estratégia possibilita uma diminuição da sensação de sobrecarga, ajudando os cuidadores a manterem a objectividade em relação às suas experiências e a discernirem melhor entre a doença e a pessoa.

 4. Devo deixar que os outros me ajudem

Não deve tentar ser o único responsável pelo doente, pois tal conduzirá ao seu esgotamento físico e mental, fazendo com que não consiga prestar ao seu familiar os cuidados de que este necessita. O primeiro passo para ser ajudado é pedir ajuda, portanto não encare o pedido de ajuda como uma fraqueza e aprenda a delegar.

5. Devo manter o sentido de humor

O sentido de humor pode ajudar os cuidadores a lidar com situações difíceis. Implica ser suficientemente objectivo para reconhecer alguma ironia em situações que, de outra forma, seriam embaraçosas, dolorosas ou constrangedoras.

6. Devo lembrar-me de que os comportamentos e emoções de meu familiar são distorcidos pela doença

A ausência de controlo sobre o comportamento das pessoas com demência é um dos factores que mais sobrecarga gera nos cuidadores. Estes doentes apresentam com frequência distúrbios de comportamento que podem adquirir formas distintas: depressão, ansiedade, rejeição do cuidador, deambulação ou insultos. Estes comportamentos desencadeiam no cuidador uma sobrecarga emocional que se pode traduzir em irritação, desânimo, isolamento social e perda da autoestima.

Nestas situações, os cuidadores podem acreditar que os distúrbios comportamentais resultantes da demência são dirigidos a eles, de modo pessoal. No entanto, deverá tentar desconstruir esta crença, lembrando-se que os comportamentos e o humor do seu familiar são influenciados pela doença.

7. Devo desfrutar daquilo que o meu familiar ainda consegue fazer

Deve realizar actividades gratificantes em conjunto com o seu familiar (como por exemplo, escutarem música juntos, passearem, visitarem amigos ou verem fotografias de família).

Aproveitar os bons momentos é uma estratégia que os cuidadores podem (e devem!) adoptar para ajudá-los a superar as dificuldades actuais. Simultaneamente, permite reduzir a sobrecarga do cuidador e aumentar a autoestima do doente.

8. Devo manter uma rede social de suporte

À medida que a demência progride, o doente estará cada vez menos disponível para o cuidador. Por isso mesmo, e porque é fundamental que se mantenham as relações que nos são gratificantes, os cuidadores devem manter-se próximos da família e dos amigos que são uma fonte inesgotável de empatia, compreensão e apoio emocional.

9. Devo lembrar-me de que estou a fazer o melhor possível

É importante que os cuidadores percebam que nem sempre é possível lidar com cada situação de forma perfeita, sendo capazes de reconhecer as suas limitações, pois tal permitir-lhe-á iniciar um processo de auto-aceitação e de auto-valorização.

10. Devo colocar limites para não comprometer a autonomia do meu familiar

Um dos seus objectivos deve ser sempre o de que o seu familiar mantenha o maior nível de autonomia possível. Se, enquanto cuidador, aceder a todos os pedidos do doente e fizer tudo por ele sem ter em consideração se ele é ou não capaz de o fazer sozinho, poderá estar a comprometer a sua autonomia. Neste sentido, se a sua ajuda for excessiva, é provável que as competências funcionais que o seu familiar ainda preserva sejam perdidas por este deixar de as utilizar.

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10 formas simples de prevenir a Doença de Alzheimer

O exercício físico ajuda a combater as demências.

 

1. Mantenha o cérebro activo e desafie a sua mente todos os dias. As investigações sugerem que a estimulação mental resultante de aprender uma nova língua, participar em actividades culturais, viajar, fazer jogos de raciocínio (puzzles, palavras cruzadas, jogar xadrez ou às cartas) e aprender a tocar um instrumento são boas formas de reduzir o risco de desenvolver demência. Aprenda algo novo todos os dias, mesmo que seja um número de telefone ou uma palavra.

2. Tenha uma alimentação equilibrada, pois uma alimentação saudável equivale a um cérebro saudável. Reduza as gorduras saturadas, escolhendo carnes magras e produtos lácteos com pouca gordura. Evite também a manteiga, alimentos fritos, doces, bolos e bolachas. Prefira os seguintes alimentos:

Gorduras Insaturadas: azeite, óleo de girassol, abacate, azeitonas, nozes, sementes e peixe;

Ácidos Gordos Ómega 3: soja, margarina, peixe (especialmente gordos, como salmão, cavala, atum e sardinha);

Alimentos ricos em Antioxidantes: ameixas, uvas passas, mirtilos, espinafres, couve-de-bruxelas, ameixas, brócolos, beterraba, abacate, laranjas, uvas vermelhas, pimenta vermelha, cerejas, kiwis, cebola, milho e beringela;

Bebidas ricas em antioxidantes: chá verde, sumos de frutas, legumes e vinho tinto (com moderação);

Alimentos ricos em Ácido Fólico: laranja, morango, banana, espinafres, espargos, brócolos, couve-de-bruxelas, repolho, couve-flor, lentilhas, feijão, grão-de-bico e cereais integrais;

Alimentos ricos em Vitamina E: óleos vegetais, nozes, vegetais de folhas verdes e cereais integrais;

Alimentos ricos em Vitamina B12: carne, frango, peixe, leite e ovos.

3. Realize check-ups de rotina regularmente, de modo a conseguir detectar precocemente eventuais problemas. Deste modo, a eficácia do tratamento poderá ser maior e as sequelas serão menores.

4. Controle a sua tensão arterial, colesterol, os níveis de açúcar no sangue e o peso. Os estudos sugerem que a diabetes aumenta gradualmente o risco do desenvolvimento de Alzheimer. Foi também demonstrado que uma pessoa com colesterol elevado, pressão arterial alta e obesidade tem muito mais probabilidade (+ 600%) de perder funções cerebrais e ser-lhe diagnosticado Alzheimer do que pessoas que mantenham um peso adequado e uma alimentação equilibrada.

5. Tenha uma vida social activa. Participar em actividades de lazer e conviver com outras pessoas ajuda a manter o cérebro saudável. Por isso, mantenha o contacto com a família e amigos, participe em clubes sociais e culturais, envolva-se em trabalhos comunitários, saia e converse com os seus vizinhos, amigos ou mesmo com os trabalhadores do supermercado ou café que frequenta.

6. Pratique exercício físico. A prática regular de exercício físico é fundamental para evitar as demências. De acordo com os estudos, caminhar 3 vezes por semana aumenta a memória e contribui para o crescimento do hipocampo, o que torna o cérebro mais novo e mais ágil. Uma das actividades mais benéficas é aprender a dançar, pois conjuga exercício físico, socialização e a memorização dos passos de dança.

7. Evite maus hábitos. Não fume e não consuma bebidas alcoólicas em grandes quantidades.

8. Não prescinda das suas horas de sono e de descanso. Dormir faz bem à saúde.

9. Regule o stresse. Está provado que o stresse corrói a mente e o corpo, produzindo uma hormona que prejudica o cérebro. A meditação, o yoga, a arte ou a jardinagem são apenas algumas das formas que podem ajudar na gestão do stresse.

10. Proteja a sua cabeça para reduzir os riscos de desenvolver demência. Evite bater com a cabeça e utilize sempre capacete de segurança quando andar de mota, bicicleta, skate, patins ou fizer equitação.

 

Colocamos ao seu dispor e dos seus familiares um conjunto de serviços de avaliação psicológica e de estimulação cerebral que, partindo dos resultados das investigações nesta área, permitem melhorar a memória e também retardar a perda de outras funções cerebrais, o que permitirá que o idoso preserve durante mais tempo a autonomia nas suas actividades de vida diária e nos seus cuidados pessoais. Cuidar dos seus familiares mais dependentes com todo o rigor profissional e a obtenção de resultados positivos são a nossa maior satisfação.

Pode conhecer as nossas propostas de intervenção em: Consulta Psicológica Sénior

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Dormir pouco afecta a atenção e a memória dos jovens

sono atencao memoriaO uso excessivo de telemóveis está a alterar os padrões de sono dos jovens, que dormem cada vez menos. Para os especialistas, dormir sete a nove horas por noite é fundamental para a saúde. Quem faz mais de 15 chamadas e/ou envia 15 SMS por dia tem mais dificuldades para dormir em comparação às pessoas que usam moderadamente os telemóveis. Além disso, apresentam mais susceptibilidade ao stress e à fadiga.

De acordo com uma investigação da Academia Americana da Medicina do Sono de Westchester, EUA, ter que estar sempre acessível através das novas tecnologias  – hábito cada vez mais frequente em todo o mundo – é muito pouco saudável. “É necessário consciencializar os jovens sobre os malefícios do uso abusivo dos telemóveis”, afirma Gaby Brade, autor do estudo.

Segundo este médico da Academia de Sahlgren, em Gothenburg, Suécia, “parece existir uma relação entre o uso intenso dos telemóveis e uma conduta que compromete a saúde”. Foram observados 21 jovens com idades compreendidas entre os 14 e 20 anos. O grupo experimental, três homens e oito mulheres que usavam o telemóvel de forma excessiva, revelou um estilo de vida mais descuidado, maior consumo de tabaco, álcool e outras bebidas estimulantes, assim como dificuldades para dormir, além de sofrer de stress e fadiga.

Dormir é preciso

A vida moderna nos grandes centros urbanos é uma correria, e as pessoas tentam aproveitar cada minuto. Muitas vezes, a primeira coisa que sacrificam é o sono. “Entre pessoas saudáveis, há uma tentação de restringir, voluntariamente, o sono, para ficarem acordadas mais uma hora ou duas, ou para levantarem uma hora ou duas mais cedo. O problema é que, sem darem por isso, estão a reduzir a produtividade e a expor a saúde”, adverte o médico Greg Belenky, director do Centro de Investigação do Sono e Performance, da Universidade Spokane de Washington.

Este investigador tenta alertar os americanos, incluindo os cerca de 40 milhões de pessoas que a cada ano se deparam com algum tipo de distúrbios do sono, para os riscos a que se expõem.

Cada vez mais cientistas investigam os distúrbios do sono, tais como a insónia, a apneia, a narcolepsia, o bruxismo ou o sonambulismo. Um dos mais graves é a apneia, caracterizada pela interrupção/diminuição do fluxo do ar que provoca a queda do oxigénio no sangue e a despertar com frequência, podendo levar à morte.

De acordo com a Fundação Nacional do Sono, antes de Thomas Edison inventar a lâmpada em 1880, as pessoas dormiam pelo menos dez horas por noite. Actualmente, os americanos têm menos de 7 horas de sono durante a semana, e cerca de 7,5 horas aos fins-de-semana.

Os especialistas recomendam sete a oito horas de sono por noite, dependendo das necessidades de cada pessoa. “O número de pessoas que dormem as horas necessárias ideais é cada vez mais reduzido. E quando uma pessoa dorme seis horas ou menos, as coisas tornam-se muito complicadas “, afirma o médico Chris Drake, investigador senior do Henry Ford Hospital Sleep Disorders and Research Center, em Detroit.

Poucas horas de sono ou noites mal dormidas afectam, em especial, a performance no dia-a-dia. “Os efeitos são visíveis imediatamente. Dormir pouco pode levar as pessoas a tomar más decisões; deixa-as mais susceptíveis a perder as coisas; torna-as mais desatentas e desligadas da realidade”, disse Chris Drake.

Doenças e obesidade

Os resultados são ainda mais graves a longo prazo. A carência de sono pode levar à obesidade, diabetes, pressão alta, problemas cardíacos, depressão e abuso de medicamentos para dormir (uma solução para noites mal dormidas, mas prejudicial a longo prazo).

Segundo Chris Drake, que trabalha também com professor assistente de psiquiatria e neurociência comportamental na Wayne State University School of Medicine, com poucas horas de sono, as hormonas que controlam o apetite tornam-se “desorganizadas”.

Ao mesmo tempo, as hormonas que estimulam o apetite, por sua vez, aumentam de actividade. Experiências em ratos de laboratórios levadas a cabo pela Universidade de Princeton, nos EUA, indicam que a falta de sono afecta a região do cérebro envolvida na formação de memórias. Dormir pouco pode levar o cérebro a parar de produzir novas células.

A inibição da produção de neurónios associada à privação prolongada de sono, por sua vez, pode explicar algumas deficiências de aprendizado. Pessoas com falta de sono têm dificuldades de concentração. Outro estudo, conduzido por pesquisadores americanos e singapurenses, revela que o cérebro, mesmo privado de sono, pode operar normalmente durante certo tempo. Mas, em seguida, responde lentamente aos estímulos que requerem atenção e interpretações visuais. Assim sendo, “os períodos de funcionamento aparentemente normal podem, por exemplo, dar falsa ideia de segurança”.

Mas, como em tudo na vida, o excesso de horas de sono pode ser igualmente prejudicial. Pelo menos a julgar pelos resultados de um estudo realizado pelas University of Warwick e University College London, que analisou o padrão de sono e as taxas de mortalidade de 10.308 funcionários públicos britânicos. O risco de problema cardiovascular fatal duplicou tanto para aqueles que reduziram as horas de sono de sete para cinco horas, como para os passaram a dormir no mínimo menos oito horas diárias.

10 mandamentos dormir

Problemas em dormir podem afetar memória a longo prazo

A fraca qualidade do sono durante a noite pode afetar a memória mais tarde na vida, de acordo com uma pesquisa lançada recentemente.

O sono interrompido parece estar associado a uma acumulação de placas amilóides, “um marcador característico da doença de Alzheimer, nos cérebros de pessoas sem problemas de memória”, disse o autor do estudo da Escola de Medicina da Universidade de Washington.

Os investigadores testaram os padrões de sono de 100 pessoas com idades que variavam entre os 45 e os 80 anos que não sofriam de demência. Metade do grupo tinha histórico familiar de doença de Alzheimer.

Após o estudo, os resultados mostraram que 25 por cento dos participantes tinham evidência de placas amilóides, o que pode surgir anos antes dos primeiros sintomas da doença de Alzheimer.

O estudo descobriu que as pessoas que acordavam mais de cinco vezes por hora eram mais propensas a ter uma acumulação da placa da proteína amilóide e que as pessoas cujo sono era “menos eficiente” eram mais propensas a ter os marcadores de doença numa fase inicial da doença de Alzheimer.

“A associação entre o sono interrompido e placas amilóides é intrigante, mas as informações deste estudo não podem determinar uma relação causa-efeito ou a direcção dessa relação”, sublinham os autores do trabalho, que defendem estudos a longo prazo para determinar se o sono interrompido leva a placas amilóides, ou se as alterações cerebrais precoces na doença de Alzheimer levam a alterações do sono.

A PsicoAlentejo pode ajudar

A PsicoAlentejo disponibiliza vários programas de intervenção psicológica, que após análise detalhada de cada caso, permitem definir a melhor estratégia que permitirá ajudar o seu filho estimular inúmeras  capacidades cognitivas, entre as quais a memória e a atenção, de modo a enfrentar com maior grau de sucesso os desafios escolares e futuros.

Programas de intervenção psicopedagógica para crianças e adolescentes:

Programa de Desenvolvimento de Aptidões para a Aprendizagem Escolar
Programa de Gestão da Ansiedade
Programa de Desenvolvimento das Capacidades Cognitivas
Programa de Promoção Cognitiva
Programa para Aumentar a Atenção e Reflexividade
Programa de Reeducação na Dislexia e Disortografia
Programa de Desenvolvimento de Competências Linguísticas
Programa de Estimulação Fonológica
Programa Instrutivo para a Educação e Libertação Emocional

Adultos e idosos também podem beneficiar dos nossos serviços.  Oferecemos rastreios cognitivos a partir dos 55 anos de modo a despistar sintomas de demências e défices cognitivos ligeiros, aconselhando-o das melhores estratégias para enfrentar limitações e dificuldades futuras. Os programas de estimulação cognitiva permitem  manter e exercitar funções cerebrais essências para uma boa qualidade de vida. Deixamos-lhe aqui alguns links para obter mais informações relativamente aos nossos serviços para adultos e idosos.

Rastreio Cognitivo, Consulta Psicológica Sénior e Programas de Intervenção:

Rastreio Cognitivo
Avaliação Psicológica e Reabilitação Cognitiva
Programa de Estimulação da Memória
Programa PositivIDADE
Programa de Educação Emocional


Doença de Alzheimer: 10 sinais de alerta

10 SINAIS DE ALERTA DA DOENÇA DE ALZHEIMER

Perda de Memória

  1. Perda da memória recente afetando a capacidade de trabalho;
  2. Dificuldade em desempenhar tarefas familiares;
  3. Problemas de linguagem;
  4. Desorientação no tempo e no espaço;
  5. Diminuição na capacidade de decisão;
  6. Problemas com o pensamento abstrato;
  7. Confundir os lugares das coisas;
  8. Mudanças na personalidade;
  9. Mudanças no humor e comportamento;
  10. Perda de iniciativa.