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Serviços de Psicologia em Borba

Consultas de Psicologia SaudeborbaA PsicoAlentejo tem ao seu dispor vários serviços de psicologia na localidade de Borba. As consultas são realizadas na clínica SaúdeBorba – Clínica de Diagnóstico, Lda, localizada na Rua Cunha Ferreira N.º 10. Poderá marcar consultas ou solicitar mais informações através do e-mail psicoalentejo@gmail.com ou dos contactos de telefone número 268 890 375 / 268 890 381.

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Caminhar faz o seu cérebro crescer!

caminhada-figuraCertamente já sabemos tudo o que um belo cenário e ar puro podem fazer para a nossa saúde – mas de acordo com um estudo, caminhar três vezes por semana em ritmo acelerado pode fazer muito mais para o nosso cérebro do que imaginamos.

Segundo a investigação, caminhar três vezes por semana num ritmo acelerado aumenta o tamanho do hipocampo, o centro de memória no cérebro.

O estudo contou com a participação de 120 homens e mulheres com idades entre 55 e 80 os quais foram convidados a fazer uma caminhada de 40 minutos três vezes por semana.

Normalmente, o cérebro encolhe com a idade. Mas exames realizados após um ano mostrou que o hipocampo tinha crescido até 2%.

O cérebro permanece modificável mesmo na idade adulta mais tardia. Mesmo que o encolhimento do cérebro e declínio cognitivo ocorra, parece não ser tão inevitável como pensaríamos.

A actividade física parece ser uma das abordagens mais positivas para afectar positivamente a saúde do cérebro e manter as suas funções cognitivas mesmo na idade adulta tardia, assim como ao longo de toda a vida.

A combinação de actividade física com exercício mental, como resolver quebra-cabeças, produzem um efeito bastante benéfico no nosso cérebro.

Mantenha-se mais activo(a) e viva melhor!

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Artigo sobre esta investigação:
http://www.dailymail.co.uk/health/article-2561708/Taking-walk-makes-brain-grow-Energetic-stroll-three-times-week-increase-size-organs-memory-hub.html

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AVC – Estar atento aos primeiros sintomas pode salvar-lhe a vida

Um AVC pode causar lesões cerebrais e é a maior causa de morte em Portugal. Esteja atento aos “3 F”, porque os tratamentos são tão mais eficazes quanto mais cedo é diagnosticado o derrame.

O acidente vascular cerebral (AVC) é a principal causa de morte em Portugal. Um em cada cinco casos são fatais e a incidência da doença aumenta com a idade. O risco de ter um AVC duplica a cada década que passa depois dos 55 anos e a taxa de debilitações resultantes desta doença neurológica é altíssima, sendo que 20% das pessoas morrem nas primeiras 24 horas a seguir ao derrame.

O AVC tem tratamento que é tanto mais eficaz quanto mais cedo forem detetados os sintomas. Saiba quais são para se prevenir contra esta doença.

Sintomas – os “3 F”

A Sociedade Portuguesa de AVC define os sintomas de um derrame cerebral pela nomeação dos “3 F”: Desvio da face; Falta de força num braço; Dificuldade em falar. Mas estes estendem-se a outros sintomas associados. Ter uma dificuldade súbita em mexer um braço, uma perna ou ambos de um lado do corpo, uma falha repentina na visão, a diminuição da sensibilidade ou “formigueiro” num dos membros, a dificuldade em caminhar ou entender as pessoas à sua volta, bem como dores de cabeças fortes são alguns dos sintomas em que esta doença se manifesta.

Diagnóstico em 24 horas

Quando detetar algum destes sintomas deve procurar um médico que, perante a suspeita de um AVC, o vai reencaminhar para a realização de um scan cerebral nas 24 horas seguintes ao derrame. Este pode ser feito através de uma TC (tomografia computadorizada) ou de uma ressonância magnética, permitindo confirmar a ocorrência do AVC, saber de que tipo se trata, a área da lesão e respectiva gravidade.

Tipos de tratamento

Quanto mais rápido se dirigir para uma Unidade de AVC, mais probabilidade vai ter de recuperar. As várias formas de tratamento vão depender do tipo de AVC diagnosticado. Os fármacos geralmente utilizados são os anticoagulantes (inibem a coagulação do sangue), os anti-hipertensores (controlam a tensão arterial) e as Estatinas (controla os níveis de colesterol). Pode ainda ter de ser realizada uma cirurgia de emergência no caso de AVC do tipo isquémico ou hemorrágico.

Comportamentos de prevenção

Apesar de não ter sintomas, tenha em atenção a quais os comportamentos que pode e deve seguir para evitar o desenvolvimento da doença: não fumar, alimentar-se saudavelmente (em baixo teor de gordura e alto teor de fibra), moderar o sal e o álcool, fazer exercício regular (30 minutos diários), controlar periodicamente a tensão e a diabetes.

Consequências do AVC

O mais importante é detetar os sintomas atempadamente. Conforme a gravidade e tipo de AVC, as consequências do derrame podem passar por dificuldades a nível da comunicação, perda de massa óssea ou muscular, perda de visão, úlceras de pressão causadas pela imobilidade, complicações no sistema digestivo, entre outras.

Artigo original publicado em: Revista Visão


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Dez mitos sobre a Doença de Alzheimer

Mito 1. O primeiro sintoma do Alzheimer é a perda da memória

Não é apenas a perda da memória que alerta para a Doença de Alzheimer. A doença atinge inicialmente a parte do cérebro que controla a linguagem, a memória e o raciocínio, pelo que um conjunto de outros sintomas pode levantar a suspeita de presença desta demência. Deve estar alerta para esquecimentos frequentes de acontecimentos recentes, dificuldades em planear actividades, desorientação no tempo e no espaço, dificuldade de executar tarefas do dia-a-dia e alterações de comportamento (através da ocorrência de comportamentos inesperados, inadequados e incomuns para aquela pessoa), pois estes são os primeiros sinais da Doença de Alzheimer.

Mito 2. A Doença de Alzheimer atinge apenas idosos

Embora a maioria das Demências afecte as pessoas idosas, ocasionalmente, pessoas mais jovens são diagnosticadas com Demência. A Demência tem sido diagnosticada em pessoas na faixa dos 50, 40 e até mesmo dos 30 anos. A Demência em pessoas mais jovens é muito menos comum do que a Demência que ocorre após os 65 anos. Por este motivo, pode ser difícil fazer o seu diagnóstico e a sua incidência na população ainda não é clara.

Mito 3. É hereditário

Não há evidências científicas que comprovem com segurança a hereditariedade da doença, pois ainda não se conhecem todos os mecanismos genéticos envolvidos na Doença de Alzheimer. Para além disso, esta é uma doença multifactorial, ou seja, resulta da interacção de múltiplos factores ambientais e genéticos.

Mito 4. Não se pode prevenir

É possível prevenir, no sentido de diminuir o risco de apresentar a doença. Actividades cognitivas (como por exemplo, o sudoku), boa alimentação e exercício físico regular podem contribuir para retardar o início da Doença de Alzheimer, porque aumentam a reserva cognitiva e ajudam a pessoa a desenvolver estratégias para lidar com os seus défices, embora não impeçam o desenvolvimento da doença.

Mito 5. Afecta igualmente homens e mulheres

A Doença de Alzheimer afecta duas vezes mais as mulheres do que os homens, segundo dados de 2012 da Organização Mundial da Saúde. Para quem atinge os 65 anos, o risco futuro de desenvolver Alzheimer é de 12% a 19% no sexo feminino e de 6% a 10% no sexo masculino. Como a doença está fortemente relacionada com a idade, parte da explicação está no facto de as mulheres terem uma maior esperança média de vida.

Mito 6. Ter esquecimentos significa que se tem Alzheimer

A nossa memória é frágil. Mesmo na ausência de doença, as nossas recordações são fugazes e sujeitas a distorções. Para além disso, os problemas de memória podem estar associados a diversos factores, nomeadamente ao stresse e à depressão. Para além disso, a Doença de Alzheimer atinge as memórias recentes, enquanto que a memória de acontecimentos distantes (como por exemplo na infância) é preservada. Isto acontece porque a pessoa com Alzheimer tem a sua memória de curto prazo comprometida, evidenciando cada vez mais dificuldade na memorização, no registo de novas informações e na aprendizagem de coisas novas. No entanto, a sua memória a longo prazo está preservada.

Mito 7. Não há nada a fazer

De facto, ainda não existe nenhum tratamento que consiga parar ou reverter a doença de Alzheimer. Receber um diagnóstico de Doença de Alzheimer é chocante e assustador, tanto para o próprio como para a sua família, no entanto, a ausência de cura não significa que não estejam disponíveis terapias farmacológicas e não farmacológicas que permitam retardar a progressão da doença e que minimizem os distúrbios do humor e do comportamento, permitindo ao doente e aos seus cuidadores viver com maior qualidade de vida.

Mito 8. Posso cuidar sozinho do meu familiar com Alzheimer

Há uma tendência para que os cuidadores queiram fazer tudo sozinhos, por uma série de motivos, quer seja por orgulho, sentido de dever ou por amor ao seu ente querido. Independentemente do motivo, eles levam a que muitos cuidadores não peçam ajuda. Porém, os estudos sugerem que os cuidadores que fazem uma pausa de algumas horas semanais conseguem prestar melhores cuidados do que aqueles que não o fazem.

Mito 9. O diagnóstico é 100% certo

A única forma de comprovação da Doença de Alzheimer é um exame do tecido cerebral após a morte do doente. Em vida, o diagnóstico é feito por exclusão de outros tipos de demências. 

Mito 10. Todos os doentes com Alzheimer se tornam agressivos

Os efeitos da doença são diferentes de pessoa para pessoa e a agressividade não está sempre presente. Os distúrbios comportamentais dos doentes de Alzheimer podem ocorrer em diferentes momentos do decurso da doença. A agressividade e os comportamentos violentos podem estar relacionadas com a presença da psicose (por exemplo, alucinações), com estímulos físicos (por exemplo, dor) ou ser resposta a uma determinada situação (o doente sentir que não consegue fazer algo que o seu cuidador quer que ele faça). Deste modo, compreender a causa do comportamento pode levar a uma abordagem que reduza a agitação e, por conseguinte, comportamentos agressivos.

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Dormir pouco afecta a atenção e a memória dos jovens

sono atencao memoriaO uso excessivo de telemóveis está a alterar os padrões de sono dos jovens, que dormem cada vez menos. Para os especialistas, dormir sete a nove horas por noite é fundamental para a saúde. Quem faz mais de 15 chamadas e/ou envia 15 SMS por dia tem mais dificuldades para dormir em comparação às pessoas que usam moderadamente os telemóveis. Além disso, apresentam mais susceptibilidade ao stress e à fadiga.

De acordo com uma investigação da Academia Americana da Medicina do Sono de Westchester, EUA, ter que estar sempre acessível através das novas tecnologias  – hábito cada vez mais frequente em todo o mundo – é muito pouco saudável. “É necessário consciencializar os jovens sobre os malefícios do uso abusivo dos telemóveis”, afirma Gaby Brade, autor do estudo.

Segundo este médico da Academia de Sahlgren, em Gothenburg, Suécia, “parece existir uma relação entre o uso intenso dos telemóveis e uma conduta que compromete a saúde”. Foram observados 21 jovens com idades compreendidas entre os 14 e 20 anos. O grupo experimental, três homens e oito mulheres que usavam o telemóvel de forma excessiva, revelou um estilo de vida mais descuidado, maior consumo de tabaco, álcool e outras bebidas estimulantes, assim como dificuldades para dormir, além de sofrer de stress e fadiga.

Dormir é preciso

A vida moderna nos grandes centros urbanos é uma correria, e as pessoas tentam aproveitar cada minuto. Muitas vezes, a primeira coisa que sacrificam é o sono. “Entre pessoas saudáveis, há uma tentação de restringir, voluntariamente, o sono, para ficarem acordadas mais uma hora ou duas, ou para levantarem uma hora ou duas mais cedo. O problema é que, sem darem por isso, estão a reduzir a produtividade e a expor a saúde”, adverte o médico Greg Belenky, director do Centro de Investigação do Sono e Performance, da Universidade Spokane de Washington.

Este investigador tenta alertar os americanos, incluindo os cerca de 40 milhões de pessoas que a cada ano se deparam com algum tipo de distúrbios do sono, para os riscos a que se expõem.

Cada vez mais cientistas investigam os distúrbios do sono, tais como a insónia, a apneia, a narcolepsia, o bruxismo ou o sonambulismo. Um dos mais graves é a apneia, caracterizada pela interrupção/diminuição do fluxo do ar que provoca a queda do oxigénio no sangue e a despertar com frequência, podendo levar à morte.

De acordo com a Fundação Nacional do Sono, antes de Thomas Edison inventar a lâmpada em 1880, as pessoas dormiam pelo menos dez horas por noite. Actualmente, os americanos têm menos de 7 horas de sono durante a semana, e cerca de 7,5 horas aos fins-de-semana.

Os especialistas recomendam sete a oito horas de sono por noite, dependendo das necessidades de cada pessoa. “O número de pessoas que dormem as horas necessárias ideais é cada vez mais reduzido. E quando uma pessoa dorme seis horas ou menos, as coisas tornam-se muito complicadas “, afirma o médico Chris Drake, investigador senior do Henry Ford Hospital Sleep Disorders and Research Center, em Detroit.

Poucas horas de sono ou noites mal dormidas afectam, em especial, a performance no dia-a-dia. “Os efeitos são visíveis imediatamente. Dormir pouco pode levar as pessoas a tomar más decisões; deixa-as mais susceptíveis a perder as coisas; torna-as mais desatentas e desligadas da realidade”, disse Chris Drake.

Doenças e obesidade

Os resultados são ainda mais graves a longo prazo. A carência de sono pode levar à obesidade, diabetes, pressão alta, problemas cardíacos, depressão e abuso de medicamentos para dormir (uma solução para noites mal dormidas, mas prejudicial a longo prazo).

Segundo Chris Drake, que trabalha também com professor assistente de psiquiatria e neurociência comportamental na Wayne State University School of Medicine, com poucas horas de sono, as hormonas que controlam o apetite tornam-se “desorganizadas”.

Ao mesmo tempo, as hormonas que estimulam o apetite, por sua vez, aumentam de actividade. Experiências em ratos de laboratórios levadas a cabo pela Universidade de Princeton, nos EUA, indicam que a falta de sono afecta a região do cérebro envolvida na formação de memórias. Dormir pouco pode levar o cérebro a parar de produzir novas células.

A inibição da produção de neurónios associada à privação prolongada de sono, por sua vez, pode explicar algumas deficiências de aprendizado. Pessoas com falta de sono têm dificuldades de concentração. Outro estudo, conduzido por pesquisadores americanos e singapurenses, revela que o cérebro, mesmo privado de sono, pode operar normalmente durante certo tempo. Mas, em seguida, responde lentamente aos estímulos que requerem atenção e interpretações visuais. Assim sendo, “os períodos de funcionamento aparentemente normal podem, por exemplo, dar falsa ideia de segurança”.

Mas, como em tudo na vida, o excesso de horas de sono pode ser igualmente prejudicial. Pelo menos a julgar pelos resultados de um estudo realizado pelas University of Warwick e University College London, que analisou o padrão de sono e as taxas de mortalidade de 10.308 funcionários públicos britânicos. O risco de problema cardiovascular fatal duplicou tanto para aqueles que reduziram as horas de sono de sete para cinco horas, como para os passaram a dormir no mínimo menos oito horas diárias.

10 mandamentos dormir

Problemas em dormir podem afetar memória a longo prazo

A fraca qualidade do sono durante a noite pode afetar a memória mais tarde na vida, de acordo com uma pesquisa lançada recentemente.

O sono interrompido parece estar associado a uma acumulação de placas amilóides, “um marcador característico da doença de Alzheimer, nos cérebros de pessoas sem problemas de memória”, disse o autor do estudo da Escola de Medicina da Universidade de Washington.

Os investigadores testaram os padrões de sono de 100 pessoas com idades que variavam entre os 45 e os 80 anos que não sofriam de demência. Metade do grupo tinha histórico familiar de doença de Alzheimer.

Após o estudo, os resultados mostraram que 25 por cento dos participantes tinham evidência de placas amilóides, o que pode surgir anos antes dos primeiros sintomas da doença de Alzheimer.

O estudo descobriu que as pessoas que acordavam mais de cinco vezes por hora eram mais propensas a ter uma acumulação da placa da proteína amilóide e que as pessoas cujo sono era “menos eficiente” eram mais propensas a ter os marcadores de doença numa fase inicial da doença de Alzheimer.

“A associação entre o sono interrompido e placas amilóides é intrigante, mas as informações deste estudo não podem determinar uma relação causa-efeito ou a direcção dessa relação”, sublinham os autores do trabalho, que defendem estudos a longo prazo para determinar se o sono interrompido leva a placas amilóides, ou se as alterações cerebrais precoces na doença de Alzheimer levam a alterações do sono.

A PsicoAlentejo pode ajudar

A PsicoAlentejo disponibiliza vários programas de intervenção psicológica, que após análise detalhada de cada caso, permitem definir a melhor estratégia que permitirá ajudar o seu filho estimular inúmeras  capacidades cognitivas, entre as quais a memória e a atenção, de modo a enfrentar com maior grau de sucesso os desafios escolares e futuros.

Programas de intervenção psicopedagógica para crianças e adolescentes:

Programa de Desenvolvimento de Aptidões para a Aprendizagem Escolar
Programa de Gestão da Ansiedade
Programa de Desenvolvimento das Capacidades Cognitivas
Programa de Promoção Cognitiva
Programa para Aumentar a Atenção e Reflexividade
Programa de Reeducação na Dislexia e Disortografia
Programa de Desenvolvimento de Competências Linguísticas
Programa de Estimulação Fonológica
Programa Instrutivo para a Educação e Libertação Emocional

Adultos e idosos também podem beneficiar dos nossos serviços.  Oferecemos rastreios cognitivos a partir dos 55 anos de modo a despistar sintomas de demências e défices cognitivos ligeiros, aconselhando-o das melhores estratégias para enfrentar limitações e dificuldades futuras. Os programas de estimulação cognitiva permitem  manter e exercitar funções cerebrais essências para uma boa qualidade de vida. Deixamos-lhe aqui alguns links para obter mais informações relativamente aos nossos serviços para adultos e idosos.

Rastreio Cognitivo, Consulta Psicológica Sénior e Programas de Intervenção:

Rastreio Cognitivo
Avaliação Psicológica e Reabilitação Cognitiva
Programa de Estimulação da Memória
Programa PositivIDADE
Programa de Educação Emocional


Doença de Alzheimer: 10 sinais de alerta

10 SINAIS DE ALERTA DA DOENÇA DE ALZHEIMER

Perda de Memória

  1. Perda da memória recente afetando a capacidade de trabalho;
  2. Dificuldade em desempenhar tarefas familiares;
  3. Problemas de linguagem;
  4. Desorientação no tempo e no espaço;
  5. Diminuição na capacidade de decisão;
  6. Problemas com o pensamento abstrato;
  7. Confundir os lugares das coisas;
  8. Mudanças na personalidade;
  9. Mudanças no humor e comportamento;
  10. Perda de iniciativa.