PsicoAlentejo – Portalegre

Consultas de Psicologia Crianças, Jovens e Adultos | Orientação Vocacional | Terapia da Fala

Trabalhamos para si também em Agosto!

Trabalhamos para si também em Agosto


Serviços de Psicologia em Borba

Consultas de Psicologia SaudeborbaA PsicoAlentejo tem ao seu dispor vários serviços de psicologia na localidade de Borba. As consultas são realizadas na clínica SaúdeBorba – Clínica de Diagnóstico, Lda, localizada na Rua Cunha Ferreira N.º 10. Poderá marcar consultas ou solicitar mais informações através do e-mail psicoalentejo@gmail.com ou dos contactos de telefone número 268 890 375 / 268 890 381.

Novidade Psicotécnicos SaudeBorba


Perturbações mentais e comportamentais são doenças com mais impacto entre 5-19 anos

stk93908cor“No grupo etário alvo da saúde escolar, o peso dos acidentes na mortalidade prematura e incapacidade é relevante, em especial dos acidentes de viação”, lê-se na proposta de Programa Nacional

As perturbações mentais e de comportamento são as doenças com mais impacto na vida das crianças entre os 5 e os 19 anos, segundo dados de um documento da Direção-Geral da Saúde (DGS) hoje divulgado.

“Entre os 5 e os 14 anos, o maior peso da doença na qualidade de vida deve-se às perturbações mentais e comportamentais (22%), especialmente por depressão e ansiedade”, de acordo com estimativas do Programa Nacional de Saúde Escolar – 2014, que foi hoje colocado em discussão pública.

Seguem-se as doenças respiratórias crónicas, representando 15% no peso total das doenças com impacto na vida das crianças, e depois as músculo-esqueléticas (13,5%).

No grupo etário dos 5 aos 14 anos, as doenças endócrinas e metabólicas representam 6% do total e as neurológicas 4%.

A partir dos 15 anos e até aos 19, o peso das perturbações mentais e comportamentais mantém-se em primeiro lugar, tendo até um ligeiro aumento percentual.

Também as doenças músculo-esqueléticas registam um aumento entre os dois grupos etários, de quase sete pontos percentuais, surgindo em segundo lugar.

Já o peso das doenças respiratórias diminui, caindo para a terceira posição.

No que respeita aos acidentes, o documento da DGS conclui que “tiveram um peso crescente e um impacto relevante nos anos de vida saudáveis perdidos das crianças e jovens entre os 5 e os 19 anos”.

Os acidentes de viação são os mais prevalentes quer no grupo etário entre os 5 e os 14 anos quer a partir dos 15 anos. Seguem-se os acidentes domésticos e de lazer.

“No grupo etário alvo da saúde escolar, o peso dos acidentes na mortalidade prematura e incapacidade é relevante, em especial dos acidentes de viação”, lê-se na proposta de Programa Nacional.

No grupo dos 15 aos 19 anos, as lesões autoinfligidas surgem com um valor considerado significativo para os autores do documento, tendo um peso de 4% na incapacidade ou mortalidade prematura dos jovens.

Como objetivo geral, este programa visa melhorar o nível de conhecimento em saúde, promover a adoção de estilos de vida saudáveis e a inclusão de crianças com necessidades educativas especiais e contribuir para um ambiente escolar seguro.

Fonte  Agência Lusa
publicado em 23 Abr 2014


Adeus, Chucha!

A sucção é um acto instintivo nas crianças. Mesmo durante a gestação, o feto já leva o dedo à boca e chucha, preparando-se assim para uma prática que, após o nascimento, lhe permitirá alimentar-se e sobreviver.

Desde o nascimento e até por volta dos 18 meses, a criança relaciona-se com o mundo exterior, essencialmente, através da boca. Este é o órgão mais importante do seu corpo e é através da boca que o bebé estabelece uma relação de intimidade com a mãe durante a amamentação. Neste sentido, a sucção proporciona conforto emocional, e a amamentação colmata não só as necessidades nutritivas, mas também as necessidades psicológicas e emocionais.

Tem vindo a ser demonstrado que a chupeta parece interferir com a amamentação, pelo que só deve ser oferecida ao bebé quando este já aprendeu a mamar bem e a mãe já se encontra inteiramente confiante na amamentação. A partir desse momento, a utilização da chupeta comporta vários benefícios, nomeadamente ser uma fonte de segurança e de conforto, facilitar a sucção e o aleitamento, facilitar a digestão e fortalecer a musculatura oral.

Por isso mesmo, chuchar (quer seja no dedo ou na chucha) cumpre uma função importante no desenvolvimento das crianças e na sua organização emocional, funcionando como uma estratégia de se auto-reconfortar, de se tranquilizar e de conseguir regular-se quando está ansioso e assustado. Esta gestão das suas emoções sem recorrer à ajuda de um adulto significativo, representa uma vitória em direcção à sua autonomia e desenvolvimento.

Para a criança, a chucha é uma companhia, transmite-lhe conforto e tranquilidade em momentos em que está cansada, triste, ansiosa ou assustada, pelo que deixar a chucha pode ser um processo difícil para a criança. E, naturalmente, também para os pais.

Não há uma idade certa para isto acontecer, mas o momento pode ser facilitado pelos pais, recorrendo a algumas das estratégias que propomos:

O que deve evitar:

  • Censurar, ridicularizar ou fazer comentários negativos sobre a criança (por exemplo, chamando-lhe “bebé”). As chamadas de atenção frequentes centram a criança no problema e não nas soluções.
  • Atribuir demasiada importância ao comportamento. Em vez de pedir insistentemente para que tire o dedo da boca ou para que tire a chucha, proponha à criança que lhe mostre o sorriso ou para poder perceber claramente o que ela lhe diz.
  • Utilizar métodos drásticos (como a colocação de substâncias amargas na chucha).

O que deve fazer:                                     

  • Começar a restringir o seu uso: proponha-lhe colocar a chucha num determinado lugar e só a usar quando for muito necessário (quando estiver mais triste, doente ou assustada). Outra estratégia é propor à criança fazerem uma cama para a chucha, com uma caixa de fósforos por exemplo, e deixá-la ao lado da criança enquanto dorme.
  • Substituir o sentimento de conforto e segurança do chuchar por outros rituais rítmicos, tais como adormecer com música clássica, poderá ajudar a criança a acalmar-se.
  • Se a criança recorre à chucha quando está entediada, ofereça-lhe alguma actividade mais interessante para distraí-la, tal como folhear um livro.
  • Se a criança tende a colocar a chucha quando está preocupada ou assustada, ajude-a a explicar o que está a sentir. Faça-lhe perguntas para perceber o que se passa e conforte-a com beijos e abraços.
  • Estabelecer uma data com a criança (por exemplo, o seu aniversário) para abandonar a chucha.
  • Dirigir a atenção da criança para outras actividades, sublinhando que estas já são para meninos crescidos.
  • Elogiar sempre a criança pelas suas tentativas e eventualmente recompensá-la, preferindo sempre as recompensas sociais (como mimos, brincadeiras e actividades) em vez dos bens materiais.como deixar a chucha


Doença de Alzheimer: 10 sinais de alerta

10 SINAIS DE ALERTA DA DOENÇA DE ALZHEIMER

Perda de Memória

  1. Perda da memória recente afetando a capacidade de trabalho;
  2. Dificuldade em desempenhar tarefas familiares;
  3. Problemas de linguagem;
  4. Desorientação no tempo e no espaço;
  5. Diminuição na capacidade de decisão;
  6. Problemas com o pensamento abstrato;
  7. Confundir os lugares das coisas;
  8. Mudanças na personalidade;
  9. Mudanças no humor e comportamento;
  10. Perda de iniciativa.