PsicoAlentejo – Portalegre

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Bom Ano Novo!

feliz ano novo 2014Desejamos a todos os nossos amigos e clientes um fantástico 2014 repleto de concretizações e notícias positivas!
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Rastreio de Dificuldades de Leitura (Gratuito)

Irá decorrer em Portalegre um Rastreio de Dificuldades de Leituragratuito aberto a toda a população, para detecção da existência de dificuldades de leitura em crianças em idade escolar, que frequentem o 1.º e 2.º ciclos do Ensino Básico, e posterior recomendação da resposta mais adequada para as dificuldades encontradas.

O Rastreio realiza-se no próximo dia 23 de novembro, entre as 10h00 e as 18h30, no espaço da Kid’s Zone localizado no Largo da Fontedeira, Lote 8 (Antiga ETAPOR). 

O nosso objectivo é alertar para as consequências resultantes de sucessivas dificuldades na aquisição da aprendizagem da leitura. Estas podem condicionar o percurso escolar do aluno e desencadear o desinvestimento face à aprendizagemproblemas emocionais e de comportamento. Estas consequências negativas, por sua vez, tenderão a agravar a capacidade de aprendizagem noutras áreas disciplinares e, eventualmente, poderão comprometer o sucesso escolar do aluno a longo prazo.

Neste sentido, é fundamental que estes problemas sejam identificados precocemente e que se intervenha atempadamente, motivos que justificam a pertinência deste Rastreio.

Esta iniciativa resulta da parceria entre a PsicoAlentejo, responsável pela disponibilização de serviços de Psicologia que apostam numa intervenção não apenas remediativa mas sobretudo de índole preventiva e integradora, e a Kid’s Zone, centro de estudos e ATL.

O Rastreio é realizado mediante marcação prévia de horário através do e-mail psicoalentejo@gmail.com .Imagem


10 formas simples de prevenir a Doença de Alzheimer

O exercício físico ajuda a combater as demências.

 

1. Mantenha o cérebro activo e desafie a sua mente todos os dias. As investigações sugerem que a estimulação mental resultante de aprender uma nova língua, participar em actividades culturais, viajar, fazer jogos de raciocínio (puzzles, palavras cruzadas, jogar xadrez ou às cartas) e aprender a tocar um instrumento são boas formas de reduzir o risco de desenvolver demência. Aprenda algo novo todos os dias, mesmo que seja um número de telefone ou uma palavra.

2. Tenha uma alimentação equilibrada, pois uma alimentação saudável equivale a um cérebro saudável. Reduza as gorduras saturadas, escolhendo carnes magras e produtos lácteos com pouca gordura. Evite também a manteiga, alimentos fritos, doces, bolos e bolachas. Prefira os seguintes alimentos:

Gorduras Insaturadas: azeite, óleo de girassol, abacate, azeitonas, nozes, sementes e peixe;

Ácidos Gordos Ómega 3: soja, margarina, peixe (especialmente gordos, como salmão, cavala, atum e sardinha);

Alimentos ricos em Antioxidantes: ameixas, uvas passas, mirtilos, espinafres, couve-de-bruxelas, ameixas, brócolos, beterraba, abacate, laranjas, uvas vermelhas, pimenta vermelha, cerejas, kiwis, cebola, milho e beringela;

Bebidas ricas em antioxidantes: chá verde, sumos de frutas, legumes e vinho tinto (com moderação);

Alimentos ricos em Ácido Fólico: laranja, morango, banana, espinafres, espargos, brócolos, couve-de-bruxelas, repolho, couve-flor, lentilhas, feijão, grão-de-bico e cereais integrais;

Alimentos ricos em Vitamina E: óleos vegetais, nozes, vegetais de folhas verdes e cereais integrais;

Alimentos ricos em Vitamina B12: carne, frango, peixe, leite e ovos.

3. Realize check-ups de rotina regularmente, de modo a conseguir detectar precocemente eventuais problemas. Deste modo, a eficácia do tratamento poderá ser maior e as sequelas serão menores.

4. Controle a sua tensão arterial, colesterol, os níveis de açúcar no sangue e o peso. Os estudos sugerem que a diabetes aumenta gradualmente o risco do desenvolvimento de Alzheimer. Foi também demonstrado que uma pessoa com colesterol elevado, pressão arterial alta e obesidade tem muito mais probabilidade (+ 600%) de perder funções cerebrais e ser-lhe diagnosticado Alzheimer do que pessoas que mantenham um peso adequado e uma alimentação equilibrada.

5. Tenha uma vida social activa. Participar em actividades de lazer e conviver com outras pessoas ajuda a manter o cérebro saudável. Por isso, mantenha o contacto com a família e amigos, participe em clubes sociais e culturais, envolva-se em trabalhos comunitários, saia e converse com os seus vizinhos, amigos ou mesmo com os trabalhadores do supermercado ou café que frequenta.

6. Pratique exercício físico. A prática regular de exercício físico é fundamental para evitar as demências. De acordo com os estudos, caminhar 3 vezes por semana aumenta a memória e contribui para o crescimento do hipocampo, o que torna o cérebro mais novo e mais ágil. Uma das actividades mais benéficas é aprender a dançar, pois conjuga exercício físico, socialização e a memorização dos passos de dança.

7. Evite maus hábitos. Não fume e não consuma bebidas alcoólicas em grandes quantidades.

8. Não prescinda das suas horas de sono e de descanso. Dormir faz bem à saúde.

9. Regule o stresse. Está provado que o stresse corrói a mente e o corpo, produzindo uma hormona que prejudica o cérebro. A meditação, o yoga, a arte ou a jardinagem são apenas algumas das formas que podem ajudar na gestão do stresse.

10. Proteja a sua cabeça para reduzir os riscos de desenvolver demência. Evite bater com a cabeça e utilize sempre capacete de segurança quando andar de mota, bicicleta, skate, patins ou fizer equitação.

 

Colocamos ao seu dispor e dos seus familiares um conjunto de serviços de avaliação psicológica e de estimulação cerebral que, partindo dos resultados das investigações nesta área, permitem melhorar a memória e também retardar a perda de outras funções cerebrais, o que permitirá que o idoso preserve durante mais tempo a autonomia nas suas actividades de vida diária e nos seus cuidados pessoais. Cuidar dos seus familiares mais dependentes com todo o rigor profissional e a obtenção de resultados positivos são a nossa maior satisfação.

Pode conhecer as nossas propostas de intervenção em: Consulta Psicológica Sénior

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Adeus, Chucha!

A sucção é um acto instintivo nas crianças. Mesmo durante a gestação, o feto já leva o dedo à boca e chucha, preparando-se assim para uma prática que, após o nascimento, lhe permitirá alimentar-se e sobreviver.

Desde o nascimento e até por volta dos 18 meses, a criança relaciona-se com o mundo exterior, essencialmente, através da boca. Este é o órgão mais importante do seu corpo e é através da boca que o bebé estabelece uma relação de intimidade com a mãe durante a amamentação. Neste sentido, a sucção proporciona conforto emocional, e a amamentação colmata não só as necessidades nutritivas, mas também as necessidades psicológicas e emocionais.

Tem vindo a ser demonstrado que a chupeta parece interferir com a amamentação, pelo que só deve ser oferecida ao bebé quando este já aprendeu a mamar bem e a mãe já se encontra inteiramente confiante na amamentação. A partir desse momento, a utilização da chupeta comporta vários benefícios, nomeadamente ser uma fonte de segurança e de conforto, facilitar a sucção e o aleitamento, facilitar a digestão e fortalecer a musculatura oral.

Por isso mesmo, chuchar (quer seja no dedo ou na chucha) cumpre uma função importante no desenvolvimento das crianças e na sua organização emocional, funcionando como uma estratégia de se auto-reconfortar, de se tranquilizar e de conseguir regular-se quando está ansioso e assustado. Esta gestão das suas emoções sem recorrer à ajuda de um adulto significativo, representa uma vitória em direcção à sua autonomia e desenvolvimento.

Para a criança, a chucha é uma companhia, transmite-lhe conforto e tranquilidade em momentos em que está cansada, triste, ansiosa ou assustada, pelo que deixar a chucha pode ser um processo difícil para a criança. E, naturalmente, também para os pais.

Não há uma idade certa para isto acontecer, mas o momento pode ser facilitado pelos pais, recorrendo a algumas das estratégias que propomos:

O que deve evitar:

  • Censurar, ridicularizar ou fazer comentários negativos sobre a criança (por exemplo, chamando-lhe “bebé”). As chamadas de atenção frequentes centram a criança no problema e não nas soluções.
  • Atribuir demasiada importância ao comportamento. Em vez de pedir insistentemente para que tire o dedo da boca ou para que tire a chucha, proponha à criança que lhe mostre o sorriso ou para poder perceber claramente o que ela lhe diz.
  • Utilizar métodos drásticos (como a colocação de substâncias amargas na chucha).

O que deve fazer:                                     

  • Começar a restringir o seu uso: proponha-lhe colocar a chucha num determinado lugar e só a usar quando for muito necessário (quando estiver mais triste, doente ou assustada). Outra estratégia é propor à criança fazerem uma cama para a chucha, com uma caixa de fósforos por exemplo, e deixá-la ao lado da criança enquanto dorme.
  • Substituir o sentimento de conforto e segurança do chuchar por outros rituais rítmicos, tais como adormecer com música clássica, poderá ajudar a criança a acalmar-se.
  • Se a criança recorre à chucha quando está entediada, ofereça-lhe alguma actividade mais interessante para distraí-la, tal como folhear um livro.
  • Se a criança tende a colocar a chucha quando está preocupada ou assustada, ajude-a a explicar o que está a sentir. Faça-lhe perguntas para perceber o que se passa e conforte-a com beijos e abraços.
  • Estabelecer uma data com a criança (por exemplo, o seu aniversário) para abandonar a chucha.
  • Dirigir a atenção da criança para outras actividades, sublinhando que estas já são para meninos crescidos.
  • Elogiar sempre a criança pelas suas tentativas e eventualmente recompensá-la, preferindo sempre as recompensas sociais (como mimos, brincadeiras e actividades) em vez dos bens materiais.como deixar a chucha