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Consultas de Psicologia Crianças, Jovens e Adultos | Orientação Vocacional | Terapia da Fala


Consultas de Psicologia Comparticipadas pelo Seguro de Saúde

A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) e a AXA Portugal, Companhia de Seguros S.A., estabeleceram através da SABSEG S.A. um protocolo que permite que os Clientes AXA passem a ter acesso a consultas de psicologia comparticipadas pelos seus seguros de saúde, desde que contratada a respetiva cobertura.

PDF: faqs_consultas_de_psicologia

No âmbito deste protocolo, as pessoas seguradas podem usufruir de consultas de psicologia em pacotes de 12 ou 18 sessões, de acordo com as suas necessidades e sem obrigatoriedade de pré-aviso. Paralelamente, as pessoas seguradas não dependem de outro profissional de saúde para lhes prescrever a consulta, podendo, simplesmente, marcar a consulta diretamente com um psicólogo devidamente inscrito na Ordem.

Com a assinatura deste protocolo, a Ordem dos Psicólogos Portugueses e a AXA Portugal pretendem contribuir para o bem-estar dos utentes, os quais passam a usufruir de um âmbito mais alargado de cobertura, incluindo agora as consultas de Psicologia.

FAQ’S

1 – Como pode o Cliente aderir à cobertura de Consultas de Psicologia?

Para poder aderir à cobertura de Consultas de Psicologia, o Cliente terá que possuir com a AXA um seguro de saúde Vitalplan nos planos Essencial, Equilíbrio, Pleno e Unique (não estão abrangidos os planos Small, Medium, Large, Extra Large, Prata, Ouro e Platina).

2 – Qual o período de carência?

A cobertura de consultas de psicologia possui um período de carência de 3 meses (90 dias) de acordo com o disposto na alínea d) do artigo 13º – Períodos de carência das Condições Gerais do Seguro de saúde Vitalplan.

3 – O que garante a cobertura de Consultas de Psicologia?

A cobertura de consultas de psicologia do Vitalplan garante, nos termos abaixo indicados, o reembolso das despesas efetuadas pela Pessoa Segura com consultas de psicologia desde que prestadas ou realizadas por profissional de psicologia, devidamente credenciado para o exercício da sua atividade devendo este ser obrigatoriamente membro da Ordem dos Psicólogos Portugueses.

Esta cobertura garante apenas consultas e não outra forma de assistência psicológica.

A cobertura de consultas de psicologia, está disponível em duas opções:

  • 12 Consultas de Psicologia – pacote de 12 consultas de psicologia por anuidade por pessoa segura,  com percentagem de comparticipação de 60% e com limite máximo de reembolso de  40,00€ por consulta.
  • 18 Consultas de Psicologia – pacote de 18 consultas de psicologia por anuidade por pessoa segura,  com percentagem de comparticipação de 60% e com limite máximo de reembolso de  40,00€ por consulta.

4 – Caso consuma o número total de consultas, a Pessoa Segura pode adquirir um novo pacote durante a anuidade?

Não. A cobertura de consultas de Psicologia é contratada por anuidade, pelo que se a Pessoa Segura esgotar as consultas disponíveis, não poderá durante o decorrer da anuidade, contratar um novo pacote. O conjunto de consultas de psicologia contratadas ficará novamente disponível quando ocorrer a renovação do contrato.

5 – Num mesmo contrato, podem existir diferentes pacotes de consultas de psicologia?

Não. Por apólice, não podem existir diferentes pacotes de consultas. Assim, o cliente deve optar por um dos pacotes disponíveis (pacote de 12 ou 18 consultas), sendo esse o pacote aplicável para cada uma das pessoas seguras (um pacote por pessoa). Neste sentido, num mesmo contrato, não podem coexistir dois pacotes de consultas de psicologia distintos.

6 – O psicólogo tem que fazer algum acordo com a AXA Portugal, ao nível do custo da consulta?

Não. O psicólogo devidamente credenciado para o exercício da sua atividade e obrigatoriamente membro da Ordem dos Psicólogos Portugueses, faz a faturação habitual da consulta ao Cliente. Após envio do recibo original, o valor da consulta será reembolsado pela AXA ao Cliente, de acordo com as condições da apólice.

7 – Como posso esclarecer dúvidas ou obter mais informações sobre o seguro de saúde Vitalplan da AXA?

Para qualquer questão ou mais informações, deverá contactar o segurador através dos canais habituais.

Contactos:

Telefone – 00351 211 920 804

Email – psicologos@sabseg.pt

PDF: faqs_consultas_de_psicologia


Primeira Consulta de Psicologia: O que devo saber?

As primeiras consultas são um período de avaliação para o cliente e para o psicólogo:

  • O cliente deverá ficar a saber como funcionam as consultas e decidir se quer continuar e iniciar o processo terapêutico. Será sempre ao cliente que cabe a escolha. Pode sempre colocar as suas dúvidas e questões. É essencial que se sinta confortável e seguro com o psicólogo, assim como sinta que este o compreende e aceita. A relação entre psicólogo e cliente começa aqui.
  • O psicólogo, neste primeiro contacto, ouve as queixas, traça objectivos de intervenção e faz uma proposta de trabalho ao cliente. Além disso explica o método de trabalho que utiliza, o valor e a periocidade das sessões. A confidencialidade é um valor e um princípio muito importante para os psicólogos. À partida, nada do que é dito em situação de consulta poderá “transpirar” para fora do consultório.
 Perguntas que o psicólogo tentará clarificar na primeira consulta:

  • Qual é a minha queixa?
  • Qual é o meu pedido de ajuda?
  • O que pretendo/espero obter do trabalho do psicólogo?

Consultas com crianças e adolescentes

A primeira consulta acontece somente com os pais da criança ou adolescente (ou seus representantes legais) e tem como foco central o conhecimento do que os preocupa e motiva o pedido de consulta. Na consulta seguinte é realizada a entrevista com a criança ou o adolescente. Caso o psicólogo e os pais considerem pertinente, poderão ser também contactados outros familiares ou pessoas significativas na vida da criança ou do jovem, de forma a completar ou acrescentar informações.

O psicólogo privilegia o envolvimento dos pais nas consultas, considerando que para uma ajuda eficaz este processo deve ser partilhado. Assim, os pais são convidados a ser uma espécie de co-terapautas, ajudando a criança a continuar a aplicar em casa práticas iniciadas em consulta.

Arnaldo Trindade

Membro da Ordem dos Psicólogos

Cédula Profissional n.º 14652

marcacao de consulta


Desemprego por Curso

Sabe qual é a relação entre cada curso superior e a taxa de desemprego dos recém-licenciados?

Fazer as escolhas certas para o futuro é um dos problemas dos jovens, numa altura em que a taxa de desemprego atinge valores históricos, sobretudo entre os jovens diplomados. O site PorCurso é um ferramenta útil a quem procura respostas e por ajudar a encontrá-las.

O site PorCurso é uma iniciativa da startup portuguesa Appscot que pretende que a ferramenta seja uma ajuda para os alunos e os encarregados de educação na hora de tomar decisões sobre o curso a escolher.

No site PorCurso os dados são apresentados de forma visual e dinâmica, com gráfico interativos que podem ser explorados de forma fácil clicando num curso, universidade ou área para filtrar a informação.

A base da informação são os dados do instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e da Direção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, relativas a Dezembro de 2013, como explica a nota técnica.

Mesmo com a indicação de que os resultados não refletem a qualidade dos cursos, mas apenas a sua relação com o desemprego, e que só estão presentes cursos e universidades com diplomados registados no IEFP, a informação dá aos visitantes uma visão geral sobre as escolhas com mais saídas profissionais, o que se pode tornar muito útil na altura de tomar decisões.


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Orientação Vocacional e Profissional para jovens do 9.º e 12.º ano


Serviços de Psicologia em Borba

Consultas de Psicologia SaudeborbaA PsicoAlentejo tem ao seu dispor vários serviços de psicologia na localidade de Borba. As consultas são realizadas na clínica SaúdeBorba – Clínica de Diagnóstico, Lda, localizada na Rua Cunha Ferreira N.º 10. Poderá marcar consultas ou solicitar mais informações através do e-mail psicoalentejo@gmail.com ou dos contactos de telefone número 268 890 375 / 268 890 381.

Novidade Psicotécnicos SaudeBorba


Ginásio do Cérebro Júnior

Ginásio do Cérebro Júnior

No Ginásio do Cérebro Júnior pretende-se promover o desenvolvimento das crianças ao estimular e exercitar, por um lado, as funções cerebrais como a memória, atenção, concentração, imaginação e criatividade. Estas funções assumem particular importância no contexto escolar, uma vez que envolvem processos cognitivos inerentes à resolução de problemas e à própria aprendizagem. Por outro lado, também se promove o desenvolvimento da inteligência emocional, tão importante para a compreensão dos próprios sentimentos e dos sentimentos dos outros, assim como saber expressar-se emocionalmente de forma adequada ou ajustada (assertividade).

A intervenção realiza-se em grupo, sendo adequada à idade e às características de cada grupo. As actividades desenvolvidas no Ginásio do Cérebro Júnior concretizam-se através de dinâmicas e exercícios intelectualmente desafiantes mas ao mesmo tempo muito divertidas, com características de jogo e brincadeira de modo a diferenciar-se da escola e como forma de facilitar o envolvimento por parte das crianças.

Destinatários:

  • Crianças com idades entre os 4 e 12 anos.

Benefícios do Ginásio do Cérebro Júnior


  • Benefícios ao nível do desempenho escolar:

Ginásio do Cérebro Júnior procura responder à necessidade de desenvolver com cada criança as competências necessárias ao sucesso escolar, complementando todo o trabalho desenvolvido pelos professores, tornando a aprendizagem um momento de satisfação e gratificação pessoal.

  • Benefícios no desenvolvimento emocional e social:

A realização das actividades em grupos também permite o desenvolvimento de competências sociais e emocionais, facilitando o seu ajustamento social ao promover a capacidade de interpretar emoções nos outros, mas também de conhecer e expressar adequadamente o que se sente e pensa.


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Saber o que comer em tempo de exames

Em tempo de exames, ter cuidado com o cérebro começa à mesa das refeições

O que dizem os especialistas sobre como comer e estudar:cérebro comida

Respire fundo, não está só: há milhares de estudantes do 6.º, 9.º, 11.º e 12.º anos que vão entrar em época de exames. Também não está só no disparate: fazer directas, saltar refeições, dar umas dentadas à pressa, beber mais um café, encomendar uma pizza, comer um bolo, devorar apontamentos na véspera ou a caminho da prova.

Quase tudo o que os estudantes sempre fizeram e continuam a fazer quando se trata de estudar para as provas finais constitui um atentado ao cérebro, uma lista completa de maus tratos precisamente na altura em que este mais precisa de ser mimado. Os especialistas com quem o PÚBLICO falou ajudam, contudo, a encontrar caminhos alternativos e explicam por que é que algumas coisas podem fazer bem e outras fazem tão mal.

“Definitivamente ‘somos o que comemos’ e uma alimentação saudável e adequada a cada caso também melhora significativamente o rendimento intelectual”, afirma Eduarda Alves, dietista no Hospital São Francisco Xavier, que elaborou para os nossos leitores uma ementa (ver infografia).

A clínica refere que “quem faz uma alimentação pobre em ácidos gordos Ómega 3 corre um risco maior de ter dificuldades de memória, de raciocínio e de aprendizagem”, sendo vários os estudos onde se observou um aumento do QI por via de uma alimentação rica naquelas substâncias.

Aqueles ácidos tornam mais fluidas “as membrana celulares, contribuindo para melhorar as sinapses entre os neurónios”, explica. Por isso são facilitadores da comunicação entre as células do cérebro.

Os peixes, especialmente os gordos, são ricos nestas substâncias.

São também um dos “ódios de estimação” de adolescentes e jovens, o que constitui um problema. Até porque Eduarda Alves refere que se deve consumi-los, no mínimo, cinco vezes por semana. As algas também são ricas no milagroso Ómega 3. Bastam pequenas quantidades e na sopa passam quase sem se dar por elas.

Pequeno-almoço sagrado
O cérebro usa energia para pensar.

É por isso que uma das regras-base em épocas de avaliação deve ser a de nunca se sair de casa sem tomar o pequeno-almoço. Outra regra de base prende-se com a substituição das fontes de energia. Os açúcares simples fornecem-na, mas, ao contrário dos cereais integrais, por exemplo, não a asseguram de uma forma constante.

Francisco Varatojo, director do Instituto Macrobiótico de Portugal, explica o que acontece: “É especialmente importante evitar tudo o que sejam açúcares simples e refinados (bolachas, bolos, gelados, refrigerantes, chocolates, etc.), substituindo-os por hidratos de carbono complexos, tais como cereais integrais (arroz, cevada, aveia, millet, etc.) e leguminosas (feijão, grão, lentilhas, etc.). Os açúcares simples são absorvidos muito depressa pela corrente sanguínea, provocando um desequilíbrio químico que irá afectar duas capacidades cognitivas essenciais em alturas de avaliação: a memória e a concentração.” Estar focado numa só actividade é algo que hoje, para os adolescentes e jovens, parece quase impossível. Nas empresas a possibilidade de realizar várias tarefas ao mesmo tempo tende a ser valorizada, mas como os estudos e os exames continuam a ser o que sempre foram, Ricardo Carvalho, coordenador do Gabinete de Apoio ao Aluno do ISCAL, e Teresa Martins, psicóloga clínica e vocacional, insistem na necessidade de se “criar um ambiente favorável” ao estudo, o que pressupõe excluir televisão, rádio ou o MSN (ver mais conselhos nestas páginas).

“As actividades paralelas retiram a concentração necessária”, sublinha o docente do ISLA. Um hábito útil: “Deve-se aproveitar o tempo de estudo para treinar a expressão escrita.

Por vezes, o motivo principal para uma deficiente nota é uma resposta mal construída, sem princípio, meio e fim, com frases muito longas e má utilização das palavras.” Teresa Martins sublinha que pais e professores devem abster-se de fomentar a ansiedade, o que sucede com muita frequência. A psicóloga realça também a importância de o aluno “definir objectivos a atingir por dia” e sublinha que existe uma componente “muito pessoal” em todo este trajecto. Isto seja no que respeita ao tempo de estudo útil, ao modo como melhor se apreende a matéria (há quem tenha uma boa memória visual, outros só conseguem reter/organizar informação lendo em voz alta) ou a como se consegue relaxar.

As épocas de exames são também um período de autodescoberta.

O que deve fazer para que os exames lhe corram melhor

  • O cérebro precisa de energia para iniciar o dia com um bom rendimento, pelo que um bom pequeno-almoço é fundamental.
  • Para garantir energia de forma constante, substituir açúcares simples e refinados (bolachas, bolos, gelados, refrigerantes, chocolates, etc.), por hidratos de carbono complexos, tais como cereais integrais e leguminosas
  • Suplemento de vitaminas e minerais, bem como de ácidos gordos Ómega 3 e de Gingko biloba ( uma planta que ajuda a melhorar a circulação sanguínea e de oxigénio no cérebro) podem ajudar.
  • Não estudar na véspera dos exames: devido à falta de tempo e consequente ansiedade e insegurança, começam as dificuldades de concentração e de memorização.
  • Definir para cada dia quais as horas de estudo. Deve ser um horário realista, que tenha em linha de conta as capacidades específicas de cada um de atenção e resistência à fadiga.
  • Alternar o estudo das disciplinas. Alternar matérias ajuda a atenção e a motivação.
  • Antes de ir para o exame fazer qualquer coisa que relaxe.
  • Cada um tem de saber o que resulta consigo: correr, andar de bicicleta, falar com amigos (mas não sobre os exames e a matéria), etc.
  • Ler, com atenção, todo o enunciado. Uma determinada pergunta pode conter pistas para outras ou ser o suficiente para activar o raciocínio e a memória.
  • Fazer exercícios respiratórios antes e durante a prova.
  • Evitar a angústia da folha em branco. O estudante deve apostar, em primeiro lugar, nas perguntas em que está mais bem preparado: são essas que lhe irão permitir passar no exame.
  • Para além disso, este exercício intelectual poderá ajudar a relembrar outros pontos estudados.
  • Sugestão de ementa semanal tipo para a época de exames
  • O cérebro consome cerca de um quinto da energia contida nos alimentos e um quarto do oxigénio inalado. Castanhas, cevada, feijão, carne, ovos e arroz integral são essenciais por conterem vitaminas do complexo B.

Texto publicado no PÚBLICO de 17 de Junho de 2007.

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