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Serviços de Psicologia em Borba

Consultas de Psicologia SaudeborbaA PsicoAlentejo tem ao seu dispor vários serviços de psicologia na localidade de Borba. As consultas são realizadas na clínica SaúdeBorba – Clínica de Diagnóstico, Lda, localizada na Rua Cunha Ferreira N.º 10. Poderá marcar consultas ou solicitar mais informações através do e-mail psicoalentejo@gmail.com ou dos contactos de telefone número 268 890 375 / 268 890 381.

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Comportamentos perigosos que causam danos ao cérebro

2 GIFUsar o cérebro permite mantê-lo activo e eficiente. Tal como com o resto do corpo, devemos dar mais atenção e melhorar os cuidados que prestamos ao cérebro possibilitando melhorar a forma de processar informações, pensar e reagir.

Com cada vez mais informações disponíveis e graças aos vários desenvolvimentos no campo da neurociência, as pessoas estão cada vez mais conscientes da importância de ter um cérebro em forma. Assim, o interesse em cuidar o cérebro cresce todos os dias e cada vez mais nos preocupamos com formas de acelerar e activar capacidades cognitivas, mas raramente se menciona que o nosso cérebro também pode ser afectado por certos hábitos.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), manter um cérebro saudável é essencial para a realização pessoal, assim com um estilo de vida saudável, no entanto, o alerta surge quando se verificam hábitos prejudiciais para a saúde do cérebro. Mas quais são essas actividades diárias tão prejudiciais?

Em baixo segue uma lista de tudo o que deve ser evitado para manter a mente em bom estado, de acordo com um estudo conduzido por neurocientistas da Universidade Pompeu Fabra de Barcelona:

1. Não tomar o pequeno-almoço.

As pessoas que saltam o pequeno almoço não tem os níveis de açúcar e proteínas ideais. Estes nutrientes são necessários, especialmente nas primeiras horas do dia, impedindo a degeneração do cérebro.

2. Stress ou sofrer por antecipação.

Tente evitar qualquer surpresa ou reacção sob stress, pois estes causam o endurecimento das artérias cerebrais, conduzindo à diminuição com o tempo da capacidade mental.

3. Fumar.

Este mau hábito contribui para a diminuição da massa cerebral. O que leva à diminuição da vontade própria e aumenta o risco de padecer Doença de Alzheimer.

4. Consumo elevado de açúcares.

O consumo em excesso de açúcar interrompe a absorção de proteínas. Se o corpo não assimilar correctamente vários nutrientes, o desenvolvimento do cérebro é interferido pela má alimentação.

5. Exposição constante a ambientes contaminados.

O cérebro é o órgão do corpo que mais oxigénio consome. Permanecer muito tempo em locais contaminado diminui o fornecimento de oxigénio para o cérebro, conduzindo a um funcionamento deficiente do cérebro.

6. Privação do sono.

Dormir 8 horas por dia, faz com que o cérebro descanse. Dormir pouco, acelera a morte dos neurónios.

7. Cobrir a cabeça enquanto dorme.

Dormir com a cabeça coberta aumenta a concentração de dióxido de carbono (CO2) no cérebro prejudicando-o.

8. Estudar ou trabalhar quando está doente.

Esforçar o cérebro quando se está doente é muito prejudicial para os seres humanos. Este hábito diminui a eficácia do cérebro. Quando a saúde está debilitada deve descansar e recuperar as energias.

9. Solidão.

O córtex pré-frontal é maior quanto maior for o número de amigos que possui, de acordo com um estudo britânico.

10. Não comer as quantidades certas.

Deixar de comer ou comer em demasia é prejudicial. Uma boa alimentação activa genes ligados à longevidade e permite o bom funcionamento cerebral.

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Melhore a eficácia e saúde do seu cérebro.


Ginásio do Cérebro Júnior

Ginásio do Cérebro Júnior

No Ginásio do Cérebro Júnior pretende-se promover o desenvolvimento das crianças ao estimular e exercitar, por um lado, as funções cerebrais como a memória, atenção, concentração, imaginação e criatividade. Estas funções assumem particular importância no contexto escolar, uma vez que envolvem processos cognitivos inerentes à resolução de problemas e à própria aprendizagem. Por outro lado, também se promove o desenvolvimento da inteligência emocional, tão importante para a compreensão dos próprios sentimentos e dos sentimentos dos outros, assim como saber expressar-se emocionalmente de forma adequada ou ajustada (assertividade).

A intervenção realiza-se em grupo, sendo adequada à idade e às características de cada grupo. As actividades desenvolvidas no Ginásio do Cérebro Júnior concretizam-se através de dinâmicas e exercícios intelectualmente desafiantes mas ao mesmo tempo muito divertidas, com características de jogo e brincadeira de modo a diferenciar-se da escola e como forma de facilitar o envolvimento por parte das crianças.

Destinatários:

  • Crianças com idades entre os 4 e 12 anos.

Benefícios do Ginásio do Cérebro Júnior


  • Benefícios ao nível do desempenho escolar:

Ginásio do Cérebro Júnior procura responder à necessidade de desenvolver com cada criança as competências necessárias ao sucesso escolar, complementando todo o trabalho desenvolvido pelos professores, tornando a aprendizagem um momento de satisfação e gratificação pessoal.

  • Benefícios no desenvolvimento emocional e social:

A realização das actividades em grupos também permite o desenvolvimento de competências sociais e emocionais, facilitando o seu ajustamento social ao promover a capacidade de interpretar emoções nos outros, mas também de conhecer e expressar adequadamente o que se sente e pensa.


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Saber o que comer em tempo de exames

Em tempo de exames, ter cuidado com o cérebro começa à mesa das refeições

O que dizem os especialistas sobre como comer e estudar:cérebro comida

Respire fundo, não está só: há milhares de estudantes do 6.º, 9.º, 11.º e 12.º anos que vão entrar em época de exames. Também não está só no disparate: fazer directas, saltar refeições, dar umas dentadas à pressa, beber mais um café, encomendar uma pizza, comer um bolo, devorar apontamentos na véspera ou a caminho da prova.

Quase tudo o que os estudantes sempre fizeram e continuam a fazer quando se trata de estudar para as provas finais constitui um atentado ao cérebro, uma lista completa de maus tratos precisamente na altura em que este mais precisa de ser mimado. Os especialistas com quem o PÚBLICO falou ajudam, contudo, a encontrar caminhos alternativos e explicam por que é que algumas coisas podem fazer bem e outras fazem tão mal.

“Definitivamente ‘somos o que comemos’ e uma alimentação saudável e adequada a cada caso também melhora significativamente o rendimento intelectual”, afirma Eduarda Alves, dietista no Hospital São Francisco Xavier, que elaborou para os nossos leitores uma ementa (ver infografia).

A clínica refere que “quem faz uma alimentação pobre em ácidos gordos Ómega 3 corre um risco maior de ter dificuldades de memória, de raciocínio e de aprendizagem”, sendo vários os estudos onde se observou um aumento do QI por via de uma alimentação rica naquelas substâncias.

Aqueles ácidos tornam mais fluidas “as membrana celulares, contribuindo para melhorar as sinapses entre os neurónios”, explica. Por isso são facilitadores da comunicação entre as células do cérebro.

Os peixes, especialmente os gordos, são ricos nestas substâncias.

São também um dos “ódios de estimação” de adolescentes e jovens, o que constitui um problema. Até porque Eduarda Alves refere que se deve consumi-los, no mínimo, cinco vezes por semana. As algas também são ricas no milagroso Ómega 3. Bastam pequenas quantidades e na sopa passam quase sem se dar por elas.

Pequeno-almoço sagrado
O cérebro usa energia para pensar.

É por isso que uma das regras-base em épocas de avaliação deve ser a de nunca se sair de casa sem tomar o pequeno-almoço. Outra regra de base prende-se com a substituição das fontes de energia. Os açúcares simples fornecem-na, mas, ao contrário dos cereais integrais, por exemplo, não a asseguram de uma forma constante.

Francisco Varatojo, director do Instituto Macrobiótico de Portugal, explica o que acontece: “É especialmente importante evitar tudo o que sejam açúcares simples e refinados (bolachas, bolos, gelados, refrigerantes, chocolates, etc.), substituindo-os por hidratos de carbono complexos, tais como cereais integrais (arroz, cevada, aveia, millet, etc.) e leguminosas (feijão, grão, lentilhas, etc.). Os açúcares simples são absorvidos muito depressa pela corrente sanguínea, provocando um desequilíbrio químico que irá afectar duas capacidades cognitivas essenciais em alturas de avaliação: a memória e a concentração.” Estar focado numa só actividade é algo que hoje, para os adolescentes e jovens, parece quase impossível. Nas empresas a possibilidade de realizar várias tarefas ao mesmo tempo tende a ser valorizada, mas como os estudos e os exames continuam a ser o que sempre foram, Ricardo Carvalho, coordenador do Gabinete de Apoio ao Aluno do ISCAL, e Teresa Martins, psicóloga clínica e vocacional, insistem na necessidade de se “criar um ambiente favorável” ao estudo, o que pressupõe excluir televisão, rádio ou o MSN (ver mais conselhos nestas páginas).

“As actividades paralelas retiram a concentração necessária”, sublinha o docente do ISLA. Um hábito útil: “Deve-se aproveitar o tempo de estudo para treinar a expressão escrita.

Por vezes, o motivo principal para uma deficiente nota é uma resposta mal construída, sem princípio, meio e fim, com frases muito longas e má utilização das palavras.” Teresa Martins sublinha que pais e professores devem abster-se de fomentar a ansiedade, o que sucede com muita frequência. A psicóloga realça também a importância de o aluno “definir objectivos a atingir por dia” e sublinha que existe uma componente “muito pessoal” em todo este trajecto. Isto seja no que respeita ao tempo de estudo útil, ao modo como melhor se apreende a matéria (há quem tenha uma boa memória visual, outros só conseguem reter/organizar informação lendo em voz alta) ou a como se consegue relaxar.

As épocas de exames são também um período de autodescoberta.

O que deve fazer para que os exames lhe corram melhor

  • O cérebro precisa de energia para iniciar o dia com um bom rendimento, pelo que um bom pequeno-almoço é fundamental.
  • Para garantir energia de forma constante, substituir açúcares simples e refinados (bolachas, bolos, gelados, refrigerantes, chocolates, etc.), por hidratos de carbono complexos, tais como cereais integrais e leguminosas
  • Suplemento de vitaminas e minerais, bem como de ácidos gordos Ómega 3 e de Gingko biloba ( uma planta que ajuda a melhorar a circulação sanguínea e de oxigénio no cérebro) podem ajudar.
  • Não estudar na véspera dos exames: devido à falta de tempo e consequente ansiedade e insegurança, começam as dificuldades de concentração e de memorização.
  • Definir para cada dia quais as horas de estudo. Deve ser um horário realista, que tenha em linha de conta as capacidades específicas de cada um de atenção e resistência à fadiga.
  • Alternar o estudo das disciplinas. Alternar matérias ajuda a atenção e a motivação.
  • Antes de ir para o exame fazer qualquer coisa que relaxe.
  • Cada um tem de saber o que resulta consigo: correr, andar de bicicleta, falar com amigos (mas não sobre os exames e a matéria), etc.
  • Ler, com atenção, todo o enunciado. Uma determinada pergunta pode conter pistas para outras ou ser o suficiente para activar o raciocínio e a memória.
  • Fazer exercícios respiratórios antes e durante a prova.
  • Evitar a angústia da folha em branco. O estudante deve apostar, em primeiro lugar, nas perguntas em que está mais bem preparado: são essas que lhe irão permitir passar no exame.
  • Para além disso, este exercício intelectual poderá ajudar a relembrar outros pontos estudados.
  • Sugestão de ementa semanal tipo para a época de exames
  • O cérebro consome cerca de um quinto da energia contida nos alimentos e um quarto do oxigénio inalado. Castanhas, cevada, feijão, carne, ovos e arroz integral são essenciais por conterem vitaminas do complexo B.

Texto publicado no PÚBLICO de 17 de Junho de 2007.

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Perturbações mentais e comportamentais são doenças com mais impacto entre 5-19 anos

stk93908cor“No grupo etário alvo da saúde escolar, o peso dos acidentes na mortalidade prematura e incapacidade é relevante, em especial dos acidentes de viação”, lê-se na proposta de Programa Nacional

As perturbações mentais e de comportamento são as doenças com mais impacto na vida das crianças entre os 5 e os 19 anos, segundo dados de um documento da Direção-Geral da Saúde (DGS) hoje divulgado.

“Entre os 5 e os 14 anos, o maior peso da doença na qualidade de vida deve-se às perturbações mentais e comportamentais (22%), especialmente por depressão e ansiedade”, de acordo com estimativas do Programa Nacional de Saúde Escolar – 2014, que foi hoje colocado em discussão pública.

Seguem-se as doenças respiratórias crónicas, representando 15% no peso total das doenças com impacto na vida das crianças, e depois as músculo-esqueléticas (13,5%).

No grupo etário dos 5 aos 14 anos, as doenças endócrinas e metabólicas representam 6% do total e as neurológicas 4%.

A partir dos 15 anos e até aos 19, o peso das perturbações mentais e comportamentais mantém-se em primeiro lugar, tendo até um ligeiro aumento percentual.

Também as doenças músculo-esqueléticas registam um aumento entre os dois grupos etários, de quase sete pontos percentuais, surgindo em segundo lugar.

Já o peso das doenças respiratórias diminui, caindo para a terceira posição.

No que respeita aos acidentes, o documento da DGS conclui que “tiveram um peso crescente e um impacto relevante nos anos de vida saudáveis perdidos das crianças e jovens entre os 5 e os 19 anos”.

Os acidentes de viação são os mais prevalentes quer no grupo etário entre os 5 e os 14 anos quer a partir dos 15 anos. Seguem-se os acidentes domésticos e de lazer.

“No grupo etário alvo da saúde escolar, o peso dos acidentes na mortalidade prematura e incapacidade é relevante, em especial dos acidentes de viação”, lê-se na proposta de Programa Nacional.

No grupo dos 15 aos 19 anos, as lesões autoinfligidas surgem com um valor considerado significativo para os autores do documento, tendo um peso de 4% na incapacidade ou mortalidade prematura dos jovens.

Como objetivo geral, este programa visa melhorar o nível de conhecimento em saúde, promover a adoção de estilos de vida saudáveis e a inclusão de crianças com necessidades educativas especiais e contribuir para um ambiente escolar seguro.

Fonte  Agência Lusa
publicado em 23 Abr 2014